Brinquedos de meninas
Há cinco anos iluminando o natal de crianças carentes, no Paraná, o projeto Doce Natal, do Hospital Santa Cruz, está precisando de mais 400 brinquedos de meninas. As doações podem ser feitas no hospital até sexta-feira, dia 10. Os brinquedos serão entregues nos dias 13, 14 e 15 de dezembro, no Boqueirão, Almirante Tamandaré e Colombo, respectivamente.
Quem quiser colaborar com este trabalho, doando brinquedos ou doces, e até mesmo ser voluntário para a entrega para as comunidades, basta entrar em contato pelos telefones (41) 3312-3900 ou pelo email: marketing@hospitalsantacruz.com.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Governo quer regular conteúdo de rádios e TVs
A primeira versão do projeto do governo para o setor de telecomunicação e radiodifusão prevê a criação de um novo órgão, a ANC (Agência Nacional de Comunicação), para regular o conteúdo de rádio e TV. A nova agência substituiria a Ancine (Agência Nacional do Cinema) e teria poderes para multar empresas que veicularem programação considerada ofensiva, preconceituosa ou inadequada ao horário. O texto da nova Lei Geral da Comunicação Social, divulgado pela Folha de S.Paulo,prevê ainda a proibição que políticos com mandato sejam donos ou controlem rádio e TV. A atual legislação proíbe apenas que eles ocupem cargos de direção nas empresas.
Quem paga a conta?
Em discurso nesta segunda-feira (6), o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) disse que existem indícios de superfaturamento nas recentes obras de reforma do Palácio do Planalto. Ele pediu que seja colocado em votação no Plenário requerimento (RQS 871/09) de autoria do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) que pede uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) nas contas das obras do palácio presidencial.
Alvaro Dias lembrou que a obra foi orçada em R$ 76 milhões, mas, segundo informações divulgadas pela imprensa, teriam sido gastos R$ 111 milhões.
- Há um superfaturamento aí visível, um superfaturamento gigantesco nesta obra de reforma do Palácio do Planalto - disse.
O senador acrescentou que, mesmo assim, as áreas reformadas apresentam "falhas injustificáveis". Devido às fortes chuvas que atingem a capital federal nas últimas semanas, teriam sido detectados vários problemas no Palácio do Planalto após a reforma, como infiltrações, alagamentos, ralos entupidos e impermeabilizações mal feitas. Na opinião do senador, o governo poderia ter construído outro palácio inteiramente novo com esses R$ 111 milhões.
- É uma afronta sem precedentes ao povo brasileiro, que está perplexo diante desse caso. O próprio representante de Oscar Niemeyer em Brasília, Carlos Magalhães, já havia feito críticas à reforma, que foram enviadas em carta ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, mostrando que tudo que estava sendo feito era de péssima qualidade - declarou o senador.
Em apartes, os senadores Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Papaléo Paes (PSDB-AP) elogiaram o pronunciamento do colega. Mozarildo disse que os R$ 111 milhões gastos na reforma do Palácio do Planalto seriam suficientes para o financiamento da construção de mais de três mil casas populares. Papaléo afirmou que o governo federal precisa de mais austeridade no gasto de recursos públicos.
Alvaro Dias ainda criticou a pretensão da Presidência da República de comprar uma nova aeronave para atender ao presidente e afirmou que a aeronave usada atualmente, que custou R$ 156 milhões, está em condições de atender a futura presidente.
Da Redação / Agência Senado
Alvaro Dias lembrou que a obra foi orçada em R$ 76 milhões, mas, segundo informações divulgadas pela imprensa, teriam sido gastos R$ 111 milhões.
- Há um superfaturamento aí visível, um superfaturamento gigantesco nesta obra de reforma do Palácio do Planalto - disse.
O senador acrescentou que, mesmo assim, as áreas reformadas apresentam "falhas injustificáveis". Devido às fortes chuvas que atingem a capital federal nas últimas semanas, teriam sido detectados vários problemas no Palácio do Planalto após a reforma, como infiltrações, alagamentos, ralos entupidos e impermeabilizações mal feitas. Na opinião do senador, o governo poderia ter construído outro palácio inteiramente novo com esses R$ 111 milhões.
- É uma afronta sem precedentes ao povo brasileiro, que está perplexo diante desse caso. O próprio representante de Oscar Niemeyer em Brasília, Carlos Magalhães, já havia feito críticas à reforma, que foram enviadas em carta ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, mostrando que tudo que estava sendo feito era de péssima qualidade - declarou o senador.
Em apartes, os senadores Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Papaléo Paes (PSDB-AP) elogiaram o pronunciamento do colega. Mozarildo disse que os R$ 111 milhões gastos na reforma do Palácio do Planalto seriam suficientes para o financiamento da construção de mais de três mil casas populares. Papaléo afirmou que o governo federal precisa de mais austeridade no gasto de recursos públicos.
Alvaro Dias ainda criticou a pretensão da Presidência da República de comprar uma nova aeronave para atender ao presidente e afirmou que a aeronave usada atualmente, que custou R$ 156 milhões, está em condições de atender a futura presidente.
Da Redação / Agência Senado
sábado, 4 de dezembro de 2010
AeroDilma, essa conta é nossa!
Dilma Rousseff poderá ter um avião maior e mais caro que o do presidente Lula.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a aquisição da nova aeronave está sendo conduzida sem alarde, e sem o conhecimento da presidente, para evitar a polêmica que envolveu a compra do Aerolula.
O jornal, no entanto, já tem nome para o novo avião: Aerodilma.
Conforme o jornal, o modelo deverá ser Airbus – um modelo de reabastecimento aéreo A330-MRTT, equipado com área VIP presidencial e assentos normais.
O avião custa até cinco vezes os US$ 56,7 milhões (R$ 98 milhões na sexta-feira) pagos em 2005 pelo Aerolula, um Airbus-A319 em versão executiva, diz a Folha.
Um dos favoritos, o Airbus-330MRTT, tem capacidade para transporte de tropas e capacidade de reabastecimento em voo. A capacidade de carga é de 45 toneladas e 380 passageiros. Atualmente, o modelo é operado, ou irá operar, na Austrália, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido.
A segunda opção, conforme a Folha, seria o Boeing-767MMTT, capaz de transportar 200 passageiros e 32 toneladas de carga.
Os dois modelos resolveriam o principal problema do avião atual: as paradas para abastecimento. Tanto o Airbus quanto o Boeing cogitados podem ser reabastecidos em voo.
Além disso, o A330-MRTT pode voar até 12,5 mil km sem reabastecer, podendo viajar sem escalas de Brasília a todas as capitais europeias e americanas.
Para justificar a compra de um novo avião presidencial, um dos argumentos seria a necessidade de troca dos Sucatões, versões com quase 50 anos de uso do Boeing-707. Por falta de condições, os modelos já foram excluídos do último grande exercício aéreo da Força Aérea Brasileira, relata o jornal.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a aquisição da nova aeronave está sendo conduzida sem alarde, e sem o conhecimento da presidente, para evitar a polêmica que envolveu a compra do Aerolula.
O jornal, no entanto, já tem nome para o novo avião: Aerodilma.
Conforme o jornal, o modelo deverá ser Airbus – um modelo de reabastecimento aéreo A330-MRTT, equipado com área VIP presidencial e assentos normais.
O avião custa até cinco vezes os US$ 56,7 milhões (R$ 98 milhões na sexta-feira) pagos em 2005 pelo Aerolula, um Airbus-A319 em versão executiva, diz a Folha.
Um dos favoritos, o Airbus-330MRTT, tem capacidade para transporte de tropas e capacidade de reabastecimento em voo. A capacidade de carga é de 45 toneladas e 380 passageiros. Atualmente, o modelo é operado, ou irá operar, na Austrália, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido.
A segunda opção, conforme a Folha, seria o Boeing-767MMTT, capaz de transportar 200 passageiros e 32 toneladas de carga.
Os dois modelos resolveriam o principal problema do avião atual: as paradas para abastecimento. Tanto o Airbus quanto o Boeing cogitados podem ser reabastecidos em voo.
Além disso, o A330-MRTT pode voar até 12,5 mil km sem reabastecer, podendo viajar sem escalas de Brasília a todas as capitais europeias e americanas.
Para justificar a compra de um novo avião presidencial, um dos argumentos seria a necessidade de troca dos Sucatões, versões com quase 50 anos de uso do Boeing-707. Por falta de condições, os modelos já foram excluídos do último grande exercício aéreo da Força Aérea Brasileira, relata o jornal.
Caminhada da acessibilidade
Mais de duas mil pessoas ligadas à luta em defesa dos direitos da pessoa com deficiência participaram, na manhã desta sexta-feira (3), de uma caminhada pela Rua XV de Novembro, em comemoração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. Entre os participantes, alunos de 40 escolas municipais e estaduais de educação especial, familiares, professores, representantes de várias instituições ligadas ao setor.
Foi a quinta edição da caminhada em Curitiba, que teve como tema “A Pessoa com Deficiência tem Direitos – Respeite-os”, com o objetivo de sensibilizar a sociedade para o tema. O evento foi organizado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, com apoio da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, Fundação da Ação Social (FAS), e secretarias municipais do Trabalho e do Emprego, Saúde e Esporte e Lazer.
"Movimentações como esta servem para reforçar novas posturas em relação à vida do deficiente. São pessoas que, dentro de suas condições, buscam o respeito de toda a sociedade”, disse Denise Moraes, representante da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Mauro Nardini, vice-presidente da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná, diz que o deficiente deste século acumula entre suas principais conquistas e existência de uma consciência própria de que a pessoa com deficiência não precisa de privilégios nem de compaixão.
“Somos pessoas cidadãs, temos na Constituição Federal a garantia de direitos fundamentais e estamos lutando para que a Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência seja transformada em emenda constitucional”, afirmou Nardini.
O secretário municipal do Trabalho e Emprego, Paulo Bracarense, que também participou da caminhada, disse que Curitiba sempre esteve à frente em relação à acessibilidade. “O que precisamos é dar mais visibilidade às nossas propostas e exigir cada vez mais do poder público posturas mais cidadãs, como a criação de condições dignas de trabalho, com boa remuneração, liberdade, igualdade e segurança”, afirmou.
Bracarense disse também que a política de Curitiba é conscientizar as empresas para que se preparem para receber o trabalhador com deficiência, seja ela de qualquer natureza. A 2ª Feira do Emprego e Capacitação para a Pessoa com Deficiência fez mais de 4 mil atendimentos nesta quarta-feira (1), no Memorial de Curitiba. Mais de 700 candidatos foram encaminhados para emprego.
A especialista em atendimento a crianças com síndrome de Down, Luciana Katerberg, que trabalha numa escola estadual de educação especial, participou da caminhada pela Rua XV, acompanhada de um de seus alunos. Segundo ela, os pais, quando recebem a notícia de que o filho tem a síndrome, primeiramente levam um susto, em seguida passam por uma fase emblemática. "É como se fosse um luto pela criança que não veio como eles esperavam. Por isso, é necessário, primeiramente, trabalhar a família e depois a sociedade para que todos tenham uma convivência plena com essa criança e consequentemente com o adulto “Down”, disse Luciana
Foi a quinta edição da caminhada em Curitiba, que teve como tema “A Pessoa com Deficiência tem Direitos – Respeite-os”, com o objetivo de sensibilizar a sociedade para o tema. O evento foi organizado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, com apoio da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, Fundação da Ação Social (FAS), e secretarias municipais do Trabalho e do Emprego, Saúde e Esporte e Lazer.
"Movimentações como esta servem para reforçar novas posturas em relação à vida do deficiente. São pessoas que, dentro de suas condições, buscam o respeito de toda a sociedade”, disse Denise Moraes, representante da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Mauro Nardini, vice-presidente da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná, diz que o deficiente deste século acumula entre suas principais conquistas e existência de uma consciência própria de que a pessoa com deficiência não precisa de privilégios nem de compaixão.
“Somos pessoas cidadãs, temos na Constituição Federal a garantia de direitos fundamentais e estamos lutando para que a Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência seja transformada em emenda constitucional”, afirmou Nardini.
O secretário municipal do Trabalho e Emprego, Paulo Bracarense, que também participou da caminhada, disse que Curitiba sempre esteve à frente em relação à acessibilidade. “O que precisamos é dar mais visibilidade às nossas propostas e exigir cada vez mais do poder público posturas mais cidadãs, como a criação de condições dignas de trabalho, com boa remuneração, liberdade, igualdade e segurança”, afirmou.
Bracarense disse também que a política de Curitiba é conscientizar as empresas para que se preparem para receber o trabalhador com deficiência, seja ela de qualquer natureza. A 2ª Feira do Emprego e Capacitação para a Pessoa com Deficiência fez mais de 4 mil atendimentos nesta quarta-feira (1), no Memorial de Curitiba. Mais de 700 candidatos foram encaminhados para emprego.
A especialista em atendimento a crianças com síndrome de Down, Luciana Katerberg, que trabalha numa escola estadual de educação especial, participou da caminhada pela Rua XV, acompanhada de um de seus alunos. Segundo ela, os pais, quando recebem a notícia de que o filho tem a síndrome, primeiramente levam um susto, em seguida passam por uma fase emblemática. "É como se fosse um luto pela criança que não veio como eles esperavam. Por isso, é necessário, primeiramente, trabalhar a família e depois a sociedade para que todos tenham uma convivência plena com essa criança e consequentemente com o adulto “Down”, disse Luciana
Os ex-governadores começam a receber o benefício – de R$ 24,5 mil – este mês; Estado acumula sete aposentados
A partir desse mês de dezembro a conta das aposentadorias pagas pelo governo do Paraná a ex-governadores do Estado passa a incluir mais dois ex-titulares do cargo. Roberto Requião (PMDB) e Alvaro Dias (PSDB) fizeram a requerimento e passarão a receber este mês os R$ 24,5 mil referentes ao benefício. A informação é da Secretaria de Estado da Administração e do Planejamento (Seap).
A pedido da FOLHA, o órgão fez um levantamento de quantos ex-governadores e viúvas recebem o benefício em virtude da aprovação, na Assembleia. Em resposta, a Seap informou que são sete ex-governadores aposentados. Mas Alvaro e Requião haviam apresentado pedido para receber a aposentadoria. Ambos haviam aberto mão do benefício no passado.
Em entrevista à FOLHA, Alvaro explicou que requereu a aposentadoria porque ”está pagando para ser senador” Segundo o tucano, ele abriu mão há dois anos da verba indenizatória de R$ 15 mil e o auxílio-moradia de R$ 3,8 mil pagos pelo Senado O ex-governador tinha direito à aposentadoria desde que deixou o governo, em 1991, mas só agora fez a solicitação ao governo.
Alvaro também recebe o salário de senador, que é de R$ 16,5 mil. O parlamentar diz que acha ”mais transparente” usar a aposentadoria para patrocinar o mandato de senador do que requerer novamente as verbas do Senado. ”Não concordo com a modalidade de verbas que temos hoje, que é uma complementação salarial”, explica.
Já o ex-governador Roberto Requião tem o direito de requerer a aposentadoria desde que completou o primeiro mandato no governo, em 1994. Mas nunca requereu o benefício, até agora. A Seap não soube informar de quando é a solicitação de Requião, nem o ex-governador atendeu a nenhuma das ligações feitas pela reportagem. Eleito senador na última eleição, o ex-governador assume o cargo em fevereiro de 2011.
O pagamento de aposentadorias para ex-governadores é um tema polêmico. Em 2007 o Supremo Tribunal Federal (STF) extinguiu pagamento feito ao ex-governador do Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, por considerar que o benefício fere o princípio da moralidade. No Paraná, além de Alvaro e Requião também recebem a aposentadoria outros sete ex-governadores: João Mansur, Emílio Gomes, Jaime Lerner, Jayme Canet Júnior, João Elísio Ferraz de Campos, Mário Pereira e Paulo Pimentel.
A pedido da FOLHA, o órgão fez um levantamento de quantos ex-governadores e viúvas recebem o benefício em virtude da aprovação, na Assembleia. Em resposta, a Seap informou que são sete ex-governadores aposentados. Mas Alvaro e Requião haviam apresentado pedido para receber a aposentadoria. Ambos haviam aberto mão do benefício no passado.
Em entrevista à FOLHA, Alvaro explicou que requereu a aposentadoria porque ”está pagando para ser senador” Segundo o tucano, ele abriu mão há dois anos da verba indenizatória de R$ 15 mil e o auxílio-moradia de R$ 3,8 mil pagos pelo Senado O ex-governador tinha direito à aposentadoria desde que deixou o governo, em 1991, mas só agora fez a solicitação ao governo.
Alvaro também recebe o salário de senador, que é de R$ 16,5 mil. O parlamentar diz que acha ”mais transparente” usar a aposentadoria para patrocinar o mandato de senador do que requerer novamente as verbas do Senado. ”Não concordo com a modalidade de verbas que temos hoje, que é uma complementação salarial”, explica.
Já o ex-governador Roberto Requião tem o direito de requerer a aposentadoria desde que completou o primeiro mandato no governo, em 1994. Mas nunca requereu o benefício, até agora. A Seap não soube informar de quando é a solicitação de Requião, nem o ex-governador atendeu a nenhuma das ligações feitas pela reportagem. Eleito senador na última eleição, o ex-governador assume o cargo em fevereiro de 2011.
O pagamento de aposentadorias para ex-governadores é um tema polêmico. Em 2007 o Supremo Tribunal Federal (STF) extinguiu pagamento feito ao ex-governador do Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, por considerar que o benefício fere o princípio da moralidade. No Paraná, além de Alvaro e Requião também recebem a aposentadoria outros sete ex-governadores: João Mansur, Emílio Gomes, Jaime Lerner, Jayme Canet Júnior, João Elísio Ferraz de Campos, Mário Pereira e Paulo Pimentel.
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