quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Mais um cachorro morre dentro dos tanques abandonados. Cadê a Secretaria de Meio ambiente da Prefeitura?

No bairro da Caximba, em Curitiba, na rua Alda Bassete Bertolde, existe uma antiga fábrica de doces Piemont, que hoje está desativada. Infelizmente o local esta abandonado pelos atuais proprietários e pela fiscalização do Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Curitiba, pois lá existem três tanques de água a céu aberto, cujas águas estão apodrecidas pelo tempo e pelos corpos de inúmeros cãozinhos que lá foram "descartados". Após denúncias feitas pela população local, a Prefeitura  mandou funcionários retirar os corpos dos pobres bichinhos e a história acaba aí. Perigo para as crianças, que conseguem passar pelas telas da cerca em volta da antiga fábrica, perigo para a população com os mosquitos da dengue e outras animais nocivos que fazem dos tanques seus criadouros.
A empresa colocou na semana passada uma tela em volta dos tanques, mas o problema de saúde pública continua.
Cadê os senhores representantes do bairro? Cadê a Prefeitura e a Secretaria do Meio Ambiente?



Projeto recolheu 4 toneladas de remédios vencidos


  O Conselho Regional de Farmácia do Paraná (CRF-PR) tirou de circulação 4 toneladas de remédios vencidos, por meio de um projeto-piloto que envolveu 42 farmácias e 3 unidades básicas de Saúde de Curitiba. “A ação ocorreu graças à lei municipal 13.978/2012, aprovada pela Câmara de Vereadores, que autoriza os estabelecimentos comerciais e de saúde a recolherem medicamentos fora do prazo de validade”, comentou em plenário, nesta terça-feira (13), o vereador Felipe Braga Côrtes (PSDB).

Autor da lei que prevê a atuação das farmácias na logística reversa (005.00050.2011), Braga Côrtes esteve no CRF-PR na última sexta-feira (9), quando os resultados da iniciativa foram divulgados (leia mais). “Há a sinalização de que o projeto de descarte de remédios vencidos poderá ser implantado no Estado do Paraná e levado ao governo federal, para a elaboração de uma política pública para a área”, adiantou o parlamentar.

Nesta etapa de teste, segundo o CRF-PR, o objetivo do projeto-piloto era “informar e sensibilizar a população sobre os riscos do descarte inadequado de medicamentos vencidos, em desuso ou sobras, que então eram encaminhados para os pontos de recolhimento”. Jogados no lixo comum, remédios podem contaminar a água e o solo.

“É por isso que essa ação de recolhimento dos medicamentos tem que ser acompanhada de um incentivo à venda fracionada de remédios”, defendeu Braga Côrtes. “Não pode haver desperdício e isso ainda ocorre quando você precisa tomar uma quantidade certa do remédio, mas só te vendem caixas com pílulas”, apontou

Ney comemora 5 anos da lei que garante mamografia


unnamed
A lei que garante a mamografia na rede pública de saúde para todas as
mulheres acima de 35 anos no Estado do Paraná, de autoria do deputado Ney
Leprevost, líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania, completa 5 anos.
O diagnóstico precoce da doença é o primeiro e mais importante passo para
a cura do câncer de mama. Segundo informações da Secretaria de Estado da
Saúde, em 2014 foram realizadas no Paraná, cerca de 320 mil mamografias
nas 22 Regionais de Saúde do Estado.
“A intenção do Outubro Rosa é sensibilizar as mulheres sobre a importância
de fazer o exame. É importante lembrar que o câncer de mama, se for
detectado no início, tem grandes chances de cura”, afirma Leprevost.
No Brasil, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o
câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres depois do de pele não
melanoma, respondendo por cerca de 25% dos casos novos a cada ano. A
doença também acomete homens, porém é raro e representa apenas 1% do total
de casos. Relativamente raro antes dos 35 anos, depois sua incidência
cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. A estimativa do
INCA para 2015 é de mais de 57 mil novos casos no Brasil.
Na foto, Ney Leprevost com amigas voluntárias da Rede Feminina de Combate
ao Câncer

Bancarrota

Diário do Poder



O trio Lula, Eduardo Cunha e Dilma deveria se juntar e, para o bem do Brasil, pendurar as chuteiras e abandonar de vez a política. Essa seria uma atitude magnânima. Mas é também utópica, porque dessas pessoas não devemos esperar ato de tanta grandeza.  Agarrados como carrapatos ao poder, o trio sangra. Derrete-se em imoralidade. O Eduardo Cunha, por exemplo, pegou o cacoete malufista de negar o óbvio. Diz não serem dele as transações bancárias no exterior realizadas com dinheiro roubado da Petrobrás, mesmo com as suas digitais e da sua mulher nas contas milionárias na Suíça. Dirige-se aos jornalistas nos corredores do Congresso Nacional como se nada tivesse acontecido. E, na maior cara de pau, repete: “Não sei do que vocês estão falando, não vou falar, essas contas não são minhas...” Ora, se toda essa montanha de dinheiro não é dele, a pergunta é: de quem é? Se for apenas da sua mulher, a jornalista Claudia Cruz, que a polícia a chame para depor já que ela não goza de imunidade e comete crime de sonegação fiscal.

A tonta
A Dilma, coitada!, ainda não entende o que se passa no país. Cercada de áulicos, assessores e ministros despreparados, muitos deles envolvidos na Lava a Jato, a exemplo do Edinho da Silva, que chantageou o dono da UTC para depositar R$ 7,5 milhões na conta da campanha dela. A presidente, para desespero dos brasileiros, parece viver dormindo, em sono profundo, à base dos tarjas pretas. Quando acorda é para dizer um monte de besteira tipo ”ainda existe luz no fim do túnel” ou a “ainda não existe tecnologia para estocar vento ”. O outro, Lula, responsável por toda essa bagunça, dono de uma fortuna incalculável, arvora-se de mestre da política. Mexe nos bonecos de Brasília na tentativa de salvar o Titanic, mas o troca-troca só serve aos seus interesses

STF protege Dilma


Jorge Oliveira
 
Diário do Poder
Rio – É até louvável o cuidado dos ministros do STF em não deixar prosseguir o rito do impeachment de Dilma. Mas é condenável o excesso de zelo do tribunal na proteção ao  mandato dela com a expedição de três liminares para barrar o trabalho na Câmara dos Deputados. Nós, os brasileiros, gostaríamos de chamar a atenção desses ministros de que, um ou dois deles isoladamente, não podem sobrepor a representatividade popular do país concentrada no Congresso Nacional.
Os membros do STF devem refletir melhor sobre essas liminares e levar o caso imediatamente ao plenário da corte para julgamento permitindo que a presidente responda pelos crimes que cometeu durante os seus mandatos. Aliás, como não se trata de matéria constitucional, o julgamento das liminares estaria afeto ao STJ e nao ao STF, segundo entendem vários juristas do país.
Não se deve julgar aqui a qualidade do Congresso Nacional, a integridade dos seus componentes e os escândalos que cercam alguns deles. O que está em jogo nesse momento é a representatividade popular. Eles foram eleitos por milhões de brasileiros e, por isso, detém o poder de falar em nome do povo. O STF, o guardião da nossa Constituição, tem cometido alguns deslizes jurídicos nos últimos anos, quando mistura posições políticas, paixões pessoais, com a análise fria dos autos . Não é à toa que parlamentares envolvidos em escândalos torcem para ser julgados na corte maior, porque a considera mais flexível na análise de seus casos.
Desde a época do mensalão, quando estava em julgamento o governo do ex-presidente Lula e as ratazanas petistas – muitas julgadas e presas -,  o STF tem se comportado com parcimônia em relação aos verdadeiros chefes das quadrilhas que dilapidaram o patrimônio do país. Quem não lembra, por exemplo, dos ataques do ex-ministro Joaquim Barbosa contra alguns de seus colegas que interpretavam com parcialidade a acusação contra alguns réus petistas? O Brasil assistiu, ao vivo e a cores, as divergências de alguns ministros que punham em dúvida até mesmo provas contundentes de alguns acusados nos autos. Muitas vezes, a televisão mostrou tendências claramente petistas de alguns ministros que tentavam protelar, e até excluir dos processos, acusados que tinham comprovadamente as marcas das suas digitais nos escândalos do mensalão.
Marcos Valério, o bobo da corte.
Foi por causa desses truques jurídicos que a cadeia hoje está vazia dos mensaleiros. Com exceção de Marcos Valério, o bobo da corte, que cumpre seus quarenta anos de reclusão, quase todos os réus estão fora da cadeia beneficiados que foram pelas maquinações jurídicas do próprio STF durante o julgamento. Apenas os que reincidiram no crime, como o Zé Dirceu, voltaram para a prisão.  Quando o STF interfere diretamente nos trabalhos do legislativo, como acontece agora, está confrontando outro poder. Mais: está protegendo um governo desqualificado que protege a maior quadrilha de bandidos de toda a história do país. Está, de alguma forma, indo contra os mais de 90% dos brasileiros, que, indignados, já condenaram esse governo que derrete a economia, agride a ética e continua assaltando os cofres públicos. As leis foram feitas para ser aplicadas, principalmente em um regime democrático, mas elas também precisam ser usadas como instrumento social e político quando está em jogo o destino de uma nação

Oposição pede que Cunha apresente agravo regimental ao STF

Diário do Poder
Objetivo é agilizar análise de liminares contra rito do impeachment

Partidos vão pedir inclusão no processo como partes interessadas
Apesar de pedirem o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da Presidência da Câmara, líderes da oposição pediram a Cunha que recorra contra as liminares do Supremo Tribunal Federal (STF) que barraram a análise dos pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
De acordo com Mendonça Filho, líder do DEM, outros quatro líderes assinaram o pedido: Carlos Sampaio pelo PSDB, Rubens Bueno pelo PPS, Arthur Maia pelo SD e Bruno Araújo pela Minoria. Mendonça Filho disse que a medida é necessária para que o plenário do STF se pronuncie o mais rápido possível sobre o rito anunciado por Cunha em resposta à questão de ordem 105/2015, contestado pelo PT.
O democrata revelou que partidos oposicionistas pretendem solicitar ao STF para serem incluídos como parte interessada no processo. Assim, poderão se manifestar oficialmente na ação sobre a polêmica.

Indisciplina de alunos é o que mais afeta os professores do Paraná

Bem Paraná

Entre 12 a 15% dos docentes se afastam por problemas de saúde todos os anos

Profissão é uma das que mais exige da pessoa (foto: Franklin de Freitas)

Uma estimativa divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública no Paraná (APP-Sindicato) diz que entre 12% a 15% dos docentes se afastam da atividade todos os anos por problemas de saúde. E entre as principais causas, está o estresse provocado pelos problemas de indisciplina em sala de aula, mostra uma pesquisa realizada com os profissionais. Hoje é comemorado o Dia dos Professores.
Segundo a pesquisa do Instituto de Pesquisas de Opinião (IPO), que ouviu 1.330 professores a pedido da APP-Sindicato, 45% dos professores afirmam como principal problema na profissão a indisciplina em sala de aula, seguido de estruturas das escolas (36,5%) e stress/depressão (29,7%). A superlotação em salas de aula vem a seguir e ficou à frente até do quesito baixos salários e atraso nos pagamentos de remunerações. A pesquisa foi divulgada no site da APP.
De acordo com os dados da perícia médica estadual, 48% dos afastamentos de professores são por problemas de tensão psicológica e/ou osteomusculares. E foi pelo motivo de indisciplina dos alunos que Maria Rita, professora há 20 anos, optou por se afastar da profissão.
“Foi muito triste me afastar de algo que sempre amei, porém estava mais triste ainda dentro da sala de aula. Estava chegando em casa diariamente estressada, com fortes dores de cabeça. Chegamos a uma situação na qual o professor não tem mais prioridade em cima dos alunos, em minha opinião a evolução da sociedade e das tecnologias influenciaram para este mau comportamento e desrespeito”, relata.
Burnout — “Entre os profissionais mais sensíveis à síndrome, o professor é a categoria mais estudada”, afirmam as pesquisadoras Aparecida Neri de Souza e Marcia de Paula Leite no estudo “Condições de trabalho e suas repercussões na saúde dos professores da educação básica no Brasil” ao explicarem a síndrome de Burnout.
A síndrome do esgotamento profissional foi descrita pela primeira vez nos anos 90 e caracteriza-se pela soma de estresse físico e mental e pela diminuição gradativa da vontade de exercer a profissão.
Colaborou
Gabriela Fialho, especial para o Bem Paraná