domingo, 22 de dezembro de 2013

Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Desejo para todas pessoas que, durante todo o ano de 2013, participaram do blog, dando sugestões, comentários ou simplesmente lendo, um Feliz Natal e um 2014 cheio de realizações.
Voltaremos com nossas notícias em 2014. Até lá pessoal!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Mercado Municipal terá horário estendido para compras de produtos para ceia


O Mercado Municipal funcionará até mais tarde para melhor atender aos consumidores durante os dias que antecedem as festas de final de ano. Neste sábado (21), o mercado permanecerá aberto até as 19 horas e no domingo (22) o atendimento se estenderá até 18 horas, sendo que habitualmente é fechado após as 13 horas. Na segunda-feira (23), quando normalmente funciona até as 14 horas, ficará aberto até as 20 horas. Na véspera do Natal (24) o atendimento vai até as 18 horas e no Natal (25) permanecerá fechado.
Entre os dias 26 e 29, o funcionamento retorna aos horários normais – de terça a sábado das 7h às 18 horas e no domingo das 7h às 13 horas. Porém, às vésperas da passagem do ano, na segunda-feira (30) o Mercado permanecerá aberto até as 20 horas e no dia 31 até as 16 horas. Nos dias 1º e 2 de janeiro permanecerá fechado.
O Mercado Municipal recebe cerca de 65 mil pessoas semanalmente, com maior concentração nos finais de semana.    

Proposta adoção de escolas por pessoas físicas ou jurídicas


Iniciou o trâmite na Câmara de Curitiba projeto de lei de autoria do vereador Jonny Stica (PT) para que pessoas físicas e jurídicas possam adotar uma escola municipal e promoverem benefícios para a entidade. Trata-se do projeto “Curitiba Mais Escola” que, para Stica, “incentiva parcerias sólidas com o intuito de construir uma conjuntura educacional que signifique uma referência para a sociedade” (005.00473.2013).

O texto do projeto estipula que a parceria pode se dar na execução de obras de ampliação, manutenção e reforma em relação à infraestrutura,  doação de material escolar e equipamentos de informática. Prevê também a promoção de cursos e palestras de interesse dos alunos e funcionários da escola, bem como o desenvolvimento de programas de conscientização sobre questões como a violência familiar e o consumo de drogas.

A adoção, de acordo com a proposta, pode ser realizada por quaisquer entidades da sociedade civil, associações de moradores e pessoas jurídicas legalmente constituídas, bem como pessoas físicas, desde que apresentem o projeto a ser desenvolvido. A participação de quem exerce cargos ou funções na administração pública, direta ou indireta será vedada. Outra ressalva da proposição se refere às empresas que comercializam produtos ou serviços impróprios para menores.

“O projeto também autoriza as escolas a promover um diagnóstico específico de sua estrutura e das condições que detém para o oferecimento do ensino, de forma a sensibilizar a sociedade para os obstáculos que devem ser transpostos para a prestação de um ensino digno e de qualidade”, destacou Stica.

Publicidade das empresas adotantes

As pessoas jurídicas que adotarem uma escola poderão divulgar, para fins publicitários, o cunho social relativo às ações praticadas em benefício da instituição de ensino adotada, durante o prazo em que perdurar a adoção. Conforme o texto, a publicidade poderá ser veiculada nos espaços físicos da escola por meio de cartazes, banners, placas informativas, totens, exibição de vídeos institucionais e outras formas de comunicação visual.

Para Jonny Stica, “a criação de laços entre a escola e a comunidade define uma estratégia que permite a participação de interessados na promoção de uma gestão eficiente e qualitativa do ensino. Em síntese, o projeto Curitiba Mais Escolas viabiliza essa interação”.

Juízes denunciam ameaça de rebelião na Papuda.Eles dizem que sistema prisional ‘está um caos’ desde a chegada de mensaleiros.


Entrada do posto de fiscalização do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília O Globo / Givaldo Barbosa

O GLOBO

BRASÍLIA — Três juízes que atuam na Vara de Execuções Penais (VEP) em Brasília, responsável pelos processos das prisões dos condenados do mensalão, pediram para ser removidos da Vara em razão dos conflitos surgidos desde a chegada dos condenados ao Complexo da Papuda. Entre os motivos elencados nos pedidos, encaminhados à Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, está a iminência de ocorrer uma rebelião e uma tentativa de fuga na próxima terça-feira, dia 24, véspera de Natal.
Eles também denunciam a existência de uma suposta sabotagem por parte de agentes penitenciários com o objetivo de prejudicar a VEP. Os pedidos dos juízes foram remetidos ao primeiro vice-presidente, desembargador Sérgio Bittencourt, no último dia 9. Dois dias depois, o desembargador negou a remoção dos juízes e encaminhou à Presidência do TJ, “com urgência”, as denúncias de rebelião, fuga e sabotagem.

Os juízes escreveram no pedido de remoção que magistrados, promotores de Justiça e defensores públicos constataram a tensão no sistema prisional desde a chegada dos mensaleiros à Papuda, principalmente em razão das regalias concedidas a eles pela administração penitenciária. Entre esses privilégios estava um dia especial de visitas, as sextas-feiras, medida derrubada pelos juízes substitutos da VEP.

Situação de caos no sistema prisional
A argumentação dos juízes para serem transferidos da VEP se baseia na situação que consideram “de caos” do sistema prisional desde a chegada dos condenados do mensalão. As detenções ocorreram em 15 de novembro, e, diante dos conflitos deles com o juiz titular da VEP, Ademar Silva de Vasconcelos, os magistrados já alegavam a necessidade de remoção da Vara.

Os primeiros pedidos nesse sentido foram feitos ainda em novembro e negados pela Vice-Presidência do TJ, a quem cabe decidir sobre remoções de juízes. Há poucos dias, diante da ampliação da tensão nos presídios da Papuda, inclusive com uma suspeita de sabotagem por parte de agentes prisionais, os magistrados voltaram a pedir remoção.

A segunda negativa do TJ pode levar a uma contestação formal na Justiça sobre a permanência na VEP. No fim de novembro, por ingerência do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão, o titular da VEP foi afastado da condução dos processos de execução das penas dos presos. Praticamente todo o trabalho passou a ser feito pelos juízes substitutos e pelos juízes auxiliares designados pela Vice-Presidência do TJ para atuar na VEP.

Pelo menos três fontes independentes teriam alertado um dos juízes sobre a possibilidade de rebelião na véspera do Natal. A unidade onde detentos estariam arquitetando a revolta é o Centro de Detenção Provisória (CDP), que fica ao lado do Centro de Internamento e Reeducação (CIR), dentro do Complexo da Papuda. É numa cela especial do CIR onde estão presos o ex-ministro José Dirceu; o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares; o ex-tesoureiro do PL (hoje PR) Jacinto Lamas; e os ex-deputados Romeu Queiroz, Pedro Corrêa, Bispo Rodrigues, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry. Também é dada como certa, no pedido remetido à cúpula do TJ, que os agentes tentarão uma sabotagem com a finalidade de atrapalhar a atuação da Justiça.

O assunto já foi tratado na semana passada numa reunião da cúpula da Secretaria de Segurança Pública do governo petista do DF. A Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), que cuida da gestão dos presídios, é vinculada à Secretaria de Segurança Pública. O subsecretário, Cláudio de Moura Magalhães, confirmou ao GLOBO que tratou de rebelião nos presídios, mas disse que o assunto é discutido rotineiramente pela Sesipe, tanto com a pasta de Segurança Pública quanto com os juízes da VEP.

— Há um núcleo de inteligência em cada presídio e a Gerência de Inteligência da Sesipe, com o objetivo de apurar fugas e rebeliões. Não tenho conhecimento de sabotagem nem de rebelião. Na reunião da semana passada, discutimos vários assuntos, inclusive sobre inteligência e rebelião. Mas isso ocorre o tempo todo, não houve uma reunião específica com essa finalidade — afirmou o subsecretário.

Os magistrados apontam situação de tensão e conflito com o titular da VEP. Dizem ter acumulado todo o trabalho da execução das penas dos mensaleiros. E relatam uma reunião em 16 de novembro, um sábado, o dia seguinte à decretação das primeiras prisões. Toda a cúpula do TJ teria participado da reunião, assim como o titular da VEP e os juízes substitutos. Na ocasião, Vasconcelos teria dito que não se subordinaria a Barbosa. As decisões, então, se concentraram nos demais magistrados.

— Pedido de remoção é normal. Estou em silêncio — disse ao GLOBO o titular da VEP, que não quis comentar os pedidos de transferência.

O primeiro vice-presidente do TJ do DF indeferiu os pedidos de remoção para garantir o “interesse público”. A manutenção dos juízes nos cargos evitaria uma instabilidade ainda maior do sistema prisional, na visão de Bittencourt, que designou dois juízes auxiliares para atuar na VEP, em razão da ampliação do trabalho desde a chegada dos condenados do mensalão à Papuda.

A assessoria de imprensa do TJ do DF confirmou o teor da decisão do desembargador e sustentou que a negativa de remoção dos juízes está mantida. Sobre o monitoramento da possibilidade de rebelião e sabotagem na Papuda, a assessoria afirmou que o tribunal “está atento”. Nos pedidos de remoção, os juízes pediram ao TJ que decrete o sigilo a respeito da questão.

O subsecretário do Sistema Penitenciário disse ser comum o envio de relatórios de inteligência para a VEP, e não o contrário, da VEP para a Sesipe:
— Estamos o tempo todo em contato com o secretário de Segurança Pública e com os juízes da VEP. Todos os assuntos são discutidos com eles, inclusive de inteligência. Posso ter conversado com os juízes sobre esses relatórios, sobre rebelião. Esse é um assunto rotineiro entre Sesipe e VEP — disse Cláudio Magalhães.

No início do mês, as seis promotoras que atuam na área de Execução Penal do Ministério Público do DF apresentaram uma representação contra o juiz Vasconcelos na Corregedoria. As promotoras pedem uma investigação da conduta do titular da VEP. A representação diz respeito, exclusivamente, a episódios relacionados à execução das penas dos mensaleiros. Elas citam a falta de “providências”, por parte de Vasconcelos, em relação à ausência de “tratamento isonômico” nas visitas aos presos. Site O GLOBO

O antiamericanismo bocó somado ao personalismo jeca-tatu.....Os caças e a expressão mais estúpida do nosso irracionalismo. Ou: Vitória da dupla Greenwald-Snowden



O ATRASO 

O antiamericanismo é a expressão mais bronca do nosso irracionalismo. É bem mais prudente não misturar manga com leite. É bem mais sensato as mulheres não lavarem o cabelo quando estão menstruadas. É bem mais inteligente não tomar banho de chuveiro com o estômago cheio. É bem mais profundo dar três pulinhos para São Longuinho quando some alguma coisa — nesse caso, há uma variante meio escatológica: crave na terra uma estaca relativamente longa. Vale por um pau no fiofó do diabo. Incomodado — sei lá por quê, já que é diabo… —, ele devolve o que roubou. Mas o antiamericanismo… Bem, esse traz prejuízos.
Como informa reportagem da VEJA.com, Aeronáutica e Ministério da Defesa consideravam que a proposta mais vantajosa para os caças era a da Boeing. Tudo somado e subtraído — desde o fato de que o modelo já é testado (o sueco, da Gripen, ainda será desenvolvido) à transferência de tecnologia e novas parcerias possíveis —, a oferta da empresa americana era vista como a melhor. Nota: desde o começo, o francês Rafale era tido como a pior alternativa, embora preferido por Lula, que chegou a anunciar o acordo…
Muito bem! Aqui e ali, a mixuriquice antiamericanista já torcia o nariz. Aí veio o caso deste lamentável paspalho chamado Edward Snowden, o pilantra que foi alçado à condição de herói. Pronto! Apareceu, finalmente, um pretexto ao menos para desconsiderar a oferta americana. Já temos o primeiro serviço inequívoco prestado por Gleen Greenwald — o jornalista que, consta, hoje está associado a um gigante internacional de vendas pela Internet (???) — e Snowden. O Brasil foi levado a fazer uma compra bilionária movido pelo fígado, não pelo cérebro.
“Ah, não havia ambiente político para comprar dos americanos…” Não? Cessemos, então, todas as nossas relações comerciais com os EUA. A gente não compra nada deles e também não vende nada pra eles. Como é aquela música? “Chegou a hora desta gente bronzeada mostrar seu valor…”
Ah, sim: boa parte da tecnologia embarcada do Gripen é… americana! Mas isso é lá com os suecos, né? Nós respondemos aos americanos com um desafiador samba no pé. Quero ver agora o que eles farão sem os nossos US$ 4,5 bilhões! 
Por Reinaldo Azevedo

Animal desconhecido é encontrado morto em praia nordestina. Imenso animal ainda desconhecido foi encontrado morto essa manhã




Pescadores e frequentadores da Praia do Grumarejo, em Sergipe, ficaram muito assustados com uma criatura gigante que amanheceu encalhada na praia. O animal desconhecido foi encontrado por um pescador que chegava para trabalhar por volta das 5h40.
João Modena foi o primeiro a ver a estranha criatura, que já estava morta. Ele chamou outros pescadores e a movimentação atraiu a atenção de outras pessoas que já se movimentavam pela praia. Algumas fotos foram tiradas por um popular e enviadas aqui para a redação do Jornal VDD.
O biólogo Luis Mell, consultor do Jornal VDD, disse que nunca viu nada parecido. Javier Asenjo, especialista em vida marinha da Marinha Espanhola, disse por telefone que a criatura é um espécime único e que está aguardando amostras de tecido do animal para testes de DNA.
O animal que tem cerca de 12 metros de comprimento, ainda não foi pesado. Possui dentes afiados como os das piranhas e não aparenta ter nenhum mecanismo que permita a respiração debaixo d’água.

Populares acreditam ser um monstro pré-histórico. A dúvida e o medo ainda pairam sobre a cidade

Dirceu consegue novo emprego para ganhar R$ 2.100 como advogado



Da Folha de S.Paulo:

O ex-ministro José Dirceu (PT-SP) apresentou à Justiça um novo pedido para trabalhar fora da prisão. Conforme petição enviada à Vara de Execuções de Brasília, ele teve uma oferta de emprego do escritório do advogado José Gerardo Grossi.
Grossi afirma que quer contratar o petista por um salário de R$ 2.100 para cuidar da biblioteca de sua banca. Um dos mais renomados profissionais de Brasília, ele é amigo de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e tem bom trânsito na corte.
Em carta enviada ao advogado de Dirceu, José Luis Oliveira Lima, Grossi diz: “Acaso consentido o trabalho para seu cliente, em nosso escritório ele se encarregará da organização e manutenção da biblioteca jurídica, da eventual pesquisa de jurisprudência e de colaboração na parte administrativa”.
O horário de trabalho, ainda de acordo com a correspondência, “é corrido, de 8h às 18h”. José Dirceu disporia também de tempo para almoçar, “entre 12h e 14h, alternadamente”.
Aos 81 anos, Grossi já atuou profissionalmente em alguns dos mais notórios escândalos políticos do país. Ele defende, por exemplo, o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) na ação penal 536, que trata do chamado mensalão do PSDB.
Acompanha, a pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inquéritos que investigam acusações de que ele estaria envolvido no mensalão do PT.
Advogou para o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda no caso do mensalão do DEM e para o ex-senador Antônio Carlos Magalhães, morto em 2007, no escândalo da violação do painel do Senado.
Na década de 90, Grossi defendeu Eduardo Jorge, ex-secretário-geral de Fernando Henrique Cardoso. E também Chico Lopes, ex-presidente do Banco Central do mesmo governo de FHC.
Esta é a segunda tentativa de José Dirceu de obter autorização para sair da prisão e trabalhar. No começo do mês, o petista apresentou à Justiça uma oferta de emprego em que receberia R$ 20 mil para trabalhar como gerente do hotel Saint Peter, em Brasília.
O pedido causou polêmica porque o petista receberia onze vezes mais do que a gerente-geral do estabelecimento, que tem salário de R$ 1.800 na carteira de trabalho.
Além disso, a empresa que administra o Saint Peter, sediada em um paraíso fiscal, era dirigida por um laranja. Dirceu acabou desistindo do emprego, e acusou a mídia de submeter os donos do hotel a um linchamento para prejudicá-lo.
COLÔNIA
Dirceu foi condenado a 7 anos e 11 meses pelo crime de corrupção ativa e por isso cumpre pena no regime semiaberto. Segundo o Código Penal, têm direito ao semiaberto presos não reincidentes condenados a mais de quatro anos de prisão e menos de oito anos.
Em tese, os presos devem trabalhar em colônias penais ou agrícolas ou em estabelecimentos similares, mas também é possível estudar e trabalhar fora da prisão, se o juiz assim o permitir.