terça-feira, 19 de março de 2013

Livrarias poderão expor livros nas calçadas



O vereador Tito Zeglin (PDT) apresentou projeto de lei que autoriza livrarias a exporem os seus produtos nas calçadas, a exemplo do uso que bares, confeitarias, restaurantes e similares já fazem com os “boulevares” (disposição de mesas, cadeiras, vallets e material publicitário, por exemplo). O texto do projeto estende para as livrarias essa possibilidade, desde que em conformidade com os critérios estabelecidos pela administração pública.

“Nosso país lamentavelmente tem baixos índices de leitores. É preciso criar uma forma de expor os livros para que os clientes do estabelecimento sintam-se instigados à compra”, afirmou Zeglin, autor da proposta. O estímulo à leitura é prática corrente em outros países, argumenta o vereador. Ele informa que em Portugal um cidadão lê em média nove livros por ano. Na Argentina, esse número sobe para 13 e na Espanha chega a 22. “No Brasil a média é de apenas quatro livros por ano”, diz o parlamentar.

Para o vereador Zeglin, “no Brasil as estatísticas que mostram o avanço do hábito da leitura entre a população revelam números pouco expressivos, daí a necessidade de se criar os estímulos para que a população se sinta atraída pelos livros e pelas possibilidades geradas por meio da leitura”. O parlamentar afirma que a ocupação das calçadas pelas livrarias vai ajudar na “difusão do livro, atendendo à função social das livrarias”.

Maluf será investigado no Supremo por caixa 2


Do Josias de Souza:

O conteúdo do noticiário sobre Paulo Maluf (PP-SP) é tão vergonhoso que deveria ser distribuído em envelope de plático preto. Como não é, convém retirar as crianças da frente do computador. O STF acaba de abrir novo inquérito contra o deputado.
Apura-se agora o crime de caixa dois na reeleição de Maluf à Câmara, em 2010. Relator do caso, o ministro Luiz Fux deferiu diligências requeridas pelo procurador-geral da Repúbica, Roberto Gurgel. Uma delas prevê a inquirição de Maluf pela PF

2 agentes penitenciários assassinados e 2 baleados em 30 dias em Curitiba

Da Rádio Banda B:
Um agente penitenciário foi executado no final da tarde desta segunda-feira (18) na Rua Francisco das Chagas Lopes, no bairro Boa Vista, em Curitiba. De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, homens em um veículo prata teriam passado por ele e efetuado os disparos. Vilmar Antonio Prestes da Silva, tinha 47 anos, e estava acompanhado de um dos filhos dele no momento em que foi assassinado. Pelo menos seis tiros acertaram a vítima que morreu na hora.
Este é o segundo caso de agente penitenciário vítima de execução na capital paranaense em menos de cinco dias, já que na quarta-feira passada, Valdecir Gonçalves da Silva, de 35 anos, morreu na Cidade Industrial de Curitiba.
Vilmar Antonio Prestes da Silva estava lotado na Penitenciária Estadual do Paraná, trabalhava há mais de 15 anos no local e deixou quatro filhos.
Nos últimos dias foram registrados alguns crimes dentro de presídios do Paraná, o que gerou comentários sobre uma suposta lista de pessoas marcadas para morrer. A Delegacia de Homicídios (DH), que investiga os casos, não confirma a informação.
Outros dois agentes baleados
Vale lembrar ainda que outros dois agentes penitenciários chegaram a ser baleados em Curitiba no último mês, o que reforça a possibilidade de existência da suposta “lista negra”.
Um dos casos aconteceu contra uma agente penitenciária Neusa Bednarzuc, que foi baleada na cabeça no bairro Xaxim no último dia 9. O outro foi contra o agente Jair Dias no dia 26 de fevereiro, que foi baleado no momento que seguia se dirigia para uma panificadora no bairro Pilarzinho.
A DH deve se pronunciar sobre o crime ainda nesta segunda-feira.
Passando a Limpo: conheço de perto a luta, desta classe trabalhadora. Durente o ano de 2009, o presidente da Câmara Muncipal de Curitiba, vereador Derosso, recebeu a visita de representantes dos Agentes Penitenciários, que pediam apoio na defesa de suas causas, entre elas, trabalho digno e seguro nos presídios, porte de arma, melhorias nos presídios, plano de carreira. Depois de algumas reuniões, marcamos visitas
com o atual presidente da Assembléia, Deputado Rossoni, com o governador Beto Richa e com a Secretária de Justiça Maria Tereza Uille Gomes. Até onde sei, as coisas andam à passos lentos.
Quem irá falar e defendê-los? Quem irá olhar por suas vidas e de suas famílias?
A luta continua.

Sobe para 43 o número de cães mortos em incêndio no Boqueirão


Vinte e três animais sobreviveram ao incêndio. Eles foram recolhidos pelas Organizações Não Governamentais (ONGs) Sociedade Protetora dos Animais, Amigos de Raça e Amigo Animal

Subiu para 43 o número de cães que morreram em um incêndio no Boqueirão, em Curitiba. Uma casa pegou fogo na Rua Professora Maria de Assumpção na madrugada de domingo (17).
Inicialmente, a informação da Guarda Municipal foi de que aproximadamente 30 animais tinham morrido. Segundo a Organização Não Governamental (ONG) Sociedade Protetora dos Animais, os corpos de alguns cães estavam debaixo de escombro ou de outros animais mortos. Após uma nova contagem, o número subiu para 43. Eles estavam no fundo da casa, que ficou totalmente destruída.
A suspeita é de que uma vela acesa tenha originado o incêndio, de acordo com a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente.
O Corpo de Bombeiros foi acionado pelos vizinhos por volta das 3h30 e foram necessários três caminhões e 13 mil litros de água para conter as chamas. Houve perda total da casa, que tinha 70 metros quadrados e era de madeira.
Uma mulher morava na casa, mas não ficou ferida. A Guarda Municipal declarou que não tinha conhecimento de que a mulher supostamente vivia em situações precárias com dezenas de animais.
Animais sobreviventes
Vinte e três animais sobreviveram ao incêndio. Eles foram recolhidos pelas ONGs Sociedade Protetora dos Animais, Amigos de Raça e Amigo Animal. As entidades precisam de doações, principalmente de ração. Os sites são http://www.spacuritiba.org.br e http://www.amigoanimal.org.br

Curitiba promove mutirão da limpeza no Boqueirão até sexta


Ação, que começou nesta segunda-feira, abrange uma área de aproximadamente 1,7 mil metros quadrados na região da Rua Doutor Bley Zornig, perto do Canal Belém
A prefeitura de Curitiba começou nesta segunda-feira (18) um mutirão de limpeza urbana e conscientização ambiental na região da Rua Doutor Bley Zornig, no Boqueirão, próximo ao Canal Belém. A ação deve seguir até esta sexta-feira com orientações às pessoas que moram no local e a coleta de lixo em terrenos baldios, calçadas e com iniciativas para prevenir a dengue e a leptospirose.
De acordo com o coordenador técnico da Regional Boqueirão, Alessandro Presznhuk, o conjunto de ações foi batizado de Operação Concentrada. Isso porque antes de haver o trabalho de coleta de lixo, diversos órgãos da prefeitura estiveram no local para fazer a entrega de panfletos, orientação e a detecção dos lugares mais críticos, que necessitam de intervenção para evitar a propagação de doenças.
“A Vigilância Sanitária tinha constatado dois focos do mosquito da dengue na região ali, por isso escolhemos essa área de aproximadamente 1,7 quilômetros quadrados como foco. A intenção é dar continuidade nesse tipo de ação, mas não temos uma previsão do que possa ser o próximo local e qual será a frequência”, disse.
Ao todo, dez equipes das secretarias municipais da Saúde, Meio Ambiente, Obras e da Regional Boqueirão estão envolvidas no trabalho. A prefeitura divulgou que pretende aumentar a periodicidade desses mutirões, que até o ano passado era de dois por ano em cada regional. O número de ações, no entanto, não foi divulgado, assim como os próximos locais que receberão as equipes da prefeitur

Enem dá nota máxima a erros de português

Gazeta do Povo

Estudantes conquistam a melhor nota na redação apesar de cometer falhas graves de ortografia, pontuação e concordância verbal e nominal
“Rasoavel”, “enchergar”, “trousse”. Esses são alguns dos erros de grafia encontrados em redações que receberam nota 1.000 no Exame Nacional de Ensino Médio 2012 (Enem). As incorreções aparecem em uma amostra de 30 textos com a pontuação máxima, com a comprovação das notas pelo Ministério da Educação (MEC) e a confirmação pelas universidades federais em que os estudantes foram aprovados. Além desses absurdos na língua portuguesa, várias redações continham graves problemas de concordância verbal, acentuação e pontuação. Apesar de seguirem a proposta do tema “A imigração para o Brasil no século XXI”, os textos não respeitavam a primeira das cinco competências avaliadas pelos corretores: “demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita”.
Segundo o “Guia do participante: a redação no Enem 2012”, produzido pelo MEC, os 200 pontos na competência 1 são atingidos apenas se “o participante demonstra excelente domínio da norma padrão, não apresentando ou apresentando pouquíssimos desvios gramaticais leves e de convenções da escrita. (...) Desvios mais graves, como a ausência de concordância verbal, excluem a redação da pontuação mais alta”.
O que você acha da falta de exigência na qualidade das redações do Enem? Você concorda com a justificativa do MEC de que os erros devem ser suportados pelo fato desses alunos estarem “ainda em processo de letramento na transição para o nível superior”?

Justificativa
Perguntado sobre a análise dos textos, o Inep, órgão do MEC responsável pelo Enem, alegou que não comenta redações, “por respeito aos participantes, a vista pedagógica é dada especificamente a quem prestou o exame”. Segundo o Inep, “uma redação nota 1.000 deve ser sempre um excelente texto, mesmo que apresente alguns desvios em cada competência avaliada. A tolerância deve-se à consideração, e isto é relevante do ponto de vista pedagógico, de ser o participante do Enem, por definição, um egresso do ensino médio, ainda em processo de letramento na transição para o nível superior”.
Sobre os critérios usados na correção da redação do Enem 2012, estabelecidos pela coordenação pedagógica do exame, a cargo de professores doutores em Linguística da Universidade de Brasília (UnB), o Inep informa que a análise do texto é feita como um todo. Segundo a nota, “um texto pode apresentar eventuais erros de grafia, mas pode ser rico em sua organização sintática, revelando um excelente domínio das estruturas da língua portuguesa”.
Especialistas lamentam a falta de exigência dos corretores
Dar notas máximas para textos com erros graves de português é prejudicial para os alunos, confirmam especialistas. A prática fomenta a acomodação dos alunos e os impede de reconhecer as diferentes nuances do idioma.
“A atribuição injusta do conceito máximo a quem não teve o mérito estimula a banalização do uso da língua portuguesa, impedindo nossos alunos de falar, ler e escrever reconhecendo suas variedades linguísticas. Além disso, provoca a formação de profissionais incapazes de se comunicar e de decodificar o próprio sistema da língua portuguesa”, aponta Jerônimo Rodrigues de Moraes Neto, pós-doutor em Linguística Aplicada e professor da UFRJ e da Uerj.
Cláudio Cezar Henriques, professor titular de Língua Portuguesa do Instituto de Letras da Uerj, reitera que, ao ingressar na universidade, esses alunos terão de se ajustar às normas da língua de prestígio acadêmico se quiserem se tornar profissionais capacitados. Ele observa que a banca corretora não usa o termo “erro”, mas “desvio”, algo que, segundo ele, é “eufemismo da moda”.
“A demagogia política anda de braço dado com a demagogia linguística. É preciso lembrar que as avaliações oficiais julgam os alunos, mas também julgam o sistema de ensino. Na vida real, redações como essas jamais tirariam nota máxima, pois contêm erros que a sociedade não aceita”, lamenta.
Ex-corretor de redação do Enem e professor do Colégio Militar de Porto Alegre, Osvaldo Viera chegou a fazer um desabafo no Facebook criticando a correção. Segundo Viera, os coordenadores do consórcio Cespe/UnB, que treina os avaliadores, orientavam que ele não fosse tão rigoroso. Integrante da banca corretora de redação do vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) há dez anos, Viera não foi mais aceito na do Enem.
“A coordenadora dizia que eu precisava ser menos crítico e corrigir mais rápido. Não fui mais chamado porque pesei muito a mão. Mas recebia redações que, muitas vezes, eu não identificava como sendo em língua portuguesa, tamanha a desconstrução sintática e os erros ortográficos. Não há como aceitar erros de norma culta numa redação. Esse é o caminho que o MEC deveria seguir”, recomenda Viera.


Passando a Limpo: que tipo de profissionais iremos formar em nossas faculdades, com este tipo de avaliação?

segunda-feira, 18 de março de 2013

Inflação alta



Claudio Humberto
 

Culpa dos alimnetos? É desculpa esfarrapada do governo gerenciando sua incompetência em produzir alimentos e manter os estoques para suprir o mercado interno de maneira regular. No Brasil se produz para atender em 1º lugar as exportações em um mundo carente de alimentos e sobrando alguma coisa abastece o mercado interno. No exemplo falta alimentos para os brasileiros , aí a coisa muda e tome aumento de preços nas pratileiras dos supermercados e da feiras livres e tome aumento de inflação. E tome gerenciamento de desculpas colocando a culpa na seca, na crise mundial que nada tem haver com o Brasil, mas de fome lá fora ninguém morre. Aí vem outro questionamento, Biotecnologia? Nanotecnologia? Cadê tecnologia de ponta e tome atraso há + de 20 anos. Desde Sarney, Collor, FHC, Lula e Dilma, o Brasil nunca esteve preparado para solucionar problemas triviais, diante só rindo.