quinta-feira, 7 de abril de 2016

Policiais são alvo de emboscada em Quedas do Iguaçu


Duas equipes da Polícia Militar do Paraná foram vítimas de uma emboscada na tarde desta quinta-feira (7) na cidade de Quedas do Iguaçu, região oeste do Paraná, quando tentavam ajudar a combater um incêndio numa área conhecida como Fazendinha.
Mais de 20 pessoas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) estavam no local e começaram a disparar contra as equipes da PM, que reagiram ao ataque. Durante o confronto, dois sem terra morreram e seis ficaram feridos. Com eles, a polícia apreendeu uma pistola 9 milímetros e uma espingarda calibre 12. O restante do grupo se embrenhou na mata.
Assim que o fogo começou, os policiais da ROTAM (Rondas Ostensivas Tático Móvel) e uma brigada de incêndio da empresa Araupel foram até o local para combater as chamas. Mas antes de chegar até o local da queimada, os policiais foram alvo de uma emboscada.
A PM enviou equipes para o local para resgatar as vítimas — inclusive um helicóptero para remover os feridos. Além disso, foram destacados policiais militares e civis para a região com o objetivo de reforçar a segurança – uma vez que há uma briga judicial envolvendo o MST e a empresa Araupel.
A Polícia Civil já abriu um inquérito para apurar os fatos.

Voto contra medida editada para reprimir movimento de caminhoneiros

Voto contra medida editada para reprimir movimento de caminhoneiros


O senador Alvaro Dias criticou e defendeu o voto contrário, na sessão plenária desta quinta-feira (07), à medida provisória que modifica o Código de Trânsito para prever como infração gravíssima a conduta de usar veículo para interromper, restringir ou perturbar deliberadamente a circulação em vias públicas. O senador lembrou que o governo Dilma editou essa medida para tentar arrefecer movimento dos caminhoneiros, realizado no final do ano passado.
“Incapaz de dialogar e resolver impasses, o governo Dilma lança mão de uma medida provisória para desestimular o bloqueio nas estradas do País, como o que foi realizado pelos caminhoneiros. E se não bastasse o conteúdo repressivo da medida, o texto agora incorpora mais de 20 páginas. Ele chegou ao Congresso Nacional como medida provisória de pouco mais de uma página e chega ao Senado com 20 páginas aproximadamente. Uma alteração pontual da lei se transformou em uma verdadeira reforma do Código de Trânsito Brasileiro, realizada por meio de carona em uma medida provisória. Por essa razão, quero registrar o meu voto contrário a esse projeto”, disse o senador.
Apesar de seu posicionamento contrário à medida, o Líder do PV não tentou usar de expedientes de obstrução à votação. Ainda mais porque foram feitas algumas mudanças na medida, como, por exemplo, a concessão de anistia às multas e sanções aplicadas aos caminhoneiros participantes do movimento grevista iniciado em 9 de novembro de 2015. O movimento obstruiu as estradas do país como forma de manifestação contra o aumento do valor do frete, a alta de impostos, elevação nos preços de combustíveis, dentre outras reivindicações.

Irresponsabilidade, incompetência de gestão e ausência de escrúpulos, síntese da atuação do governo

Irresponsabilidade, incompetência de gestão e ausência de escrúpulos, síntese da atuação do governo


Depois de 14 anos no poder, o PT continua demonstrando total incompetência administrativa, ausência de escrúpulos e irresponsabilidade de gestão. A afirmação foi feita pelo senador Alvaro Dias no Plenário, nesta quinta-feira (07), ao criticar a medida provisória editada pelo governo em que foi inserida, de forma contrabandeada, a destinação de recursos par ao combate ao vírus da Zika. O Líder do PV disse que, apesar de ser contrário à medida, não iria votar contra para não atrapalhar o pleno combate ao vírus Zika.
“Essa medida provisória é reveladora da desorganização do governo do PT, da incompetência de gestão. É um sistema anárquico de administração pública, porque nós estamos, sim, corrigindo desvios anteriores, que podemos chamar de pedaladas ou podemos apelidar de outra forma, mas que há aqui a configuração daquilo que se chama de pedaladas não há dúvida. O que ressalto é que talvez seja, mais do que incompetência administrativa, nesse caso, esperteza do governo, porque ele coloca a oposição no canto do ringue. O que pode fazer a oposição quando, junto às pedaladas, à correção de equívocos administrativos anteriores ou de deficiência administrativa, o governo coloca, no mesmo documento legal recursos para combate ao vírus da Zika? É evidente que temos que aprovar, pois não vamos ser acusados, de forma alguma, de impedirmos o combate ao vírus da Zika no País, que está matando brasileiros”, afirmou o senador

Stephanes Junior refresca memória de Requião Filho

Tupan


stephanes - requião
Stephanes Junior e Requião Filho
Durante a sessão de ontem da Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado Requião Filho (PMDB) criticou a iniciativa do Estado em alugar 200 novas viaturas para reforçar o policiamento ostensivo e preventivo em Curitiba e Região Metropolitana, por não considerar economicamente vantajosa esta prática.
Porém, foi lembrado pelo deputado Stephanes Junior (PSB) que seu pai, o senador Roberto Requião (PMDB), foi um dos pioneiros neste tipo de procedimento. “Eu gostaria de passar uma informação ao deputado Maurício Requião, que é importante ele saber. Quando o pai dele foi prefeito de Curitiba, ele implantou os primeiros carros locados da Cotrans. Nós não podemos aceitar dois pesos e duas medidas” disse Stephanes.

Ministério Público de olho em vereador da Câmara de Curitiba

Tupan

Palácio Rio Branco
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) está de olho em um vereador da Câmara Municipal de Curitiba. O parlamentar da base aliada do prefeito Gustavo Fruet (PDT) teve desvio de conduta e está sendo investigado. Agora terá de prestar depoimento para negar qualquer erro de conduta. Mas será confrontado por uma gravação realizada no próprio gabinete. Era tudo que não precisa a casa legislativa. No início da semana, Pastor Valdemir Soares (PRB) foi flagrado votando pela vereadora Julieta Reis (DEM) e renunciou ao mandato na manhã de ontem. Na sequência, Noêmia Rocha (PMDB) aparece realizando o mesmo movimento, mas na bancada do tucano Beto Moraes. Noêmia foi salva pela não confirmação do voto de Moraes.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Deputado acusa governo de oferecer R$ 2 mi para voto contra impeachment


Folha de São Paulo

O deputado Paulinho da Força (Solidariedade), um dos principais aliados de Eduardo Cunha (PMDB), acusou o governo, nesta terça-feira (5), de oferecer R$ 400 mil para parlamentares que se ausentarem da votação do impeachment da presidente no plenário e R$ 2 milhões para um deputado votar contra.
Sem apresentar provas, ele também se negou a dizer nomes dos deputados que teriam recebido as ofertas do Planalto.
O parlamentar comentava a notícia de que a presidente não fará qualquer mudança ministerial antes da votação do impeachment no plenário da Câmara dos Deputados

EMPRESA DE LULA MUDOU O TELEFONE PARA INDUZIR A FORÇA-TAREFA A ERRO


PROCURADORIA SUSTENTA QUE LILS FEZ ALTERAÇÃO APÓS POLÊMICA DOS GRAMPOS

Diário do Poder