terça-feira, 1 de abril de 2014

450 animais foram atendidos durante inauguração do Parque Guairacá


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No sábado (29), dia do aniversário de Curitiba, 450 animais foram atendidos no Parque Guairacá, durante o evento de inauguração do mais novo espaço de preservação ambiental da cidade. O número superou as expectativas da Rede de Proteção Animal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que previa atender 321 animais, em uma alusão à nova idade da cidade.
“Um total de 450 animais receberam identificação com microchips e tiveram seus cadastros de registro animal efetuados”, disse o diretor do departamento de Pesquisa e Conservação de Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Alexander Biondo.
Foram beneficiados 415 cães, 34 gatos e um coelho. Os atendimentos foram feitos por sete médicos veterinários da Prefeitura de Curitiba e do programa de residência em medicina veterinária do coletivo da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
“Deste total, 205 fêmeas e 66 machos entraram no programa de castração gratuita da Prefeitura, por pertencerem a família em vulnerabilidade social ou por terem sido adotados”, disse o diretor.
Eles passaram por exame clínico geral pré-castração e receberam vacinação. Segundo Biondo, 250 animais já estão aptos e serão submetidos ao procedimento de castração já nas próximas semanas, em uma das três clínicas conveniadas da Prefeitura de Curitiba

Projeto autoriza estacionamento nos recuos em frente a comércios

O vereador Bruno Pessuti (PSC) apresentou projeto de lei que autoriza o estacionamento de veículos na faixa de recuo obrigatório em frente a estabelecimentos comerciais localizados em zonas residenciais do município (005.00062.2014). A proposição começou a tramitar nesta segunda-feira (31). “O projeto surgiu de um pedido manifestado pelos comerciantes, com o objetivo de melhor aproveitar estes espaços em benefício dos consumidores”, afirmou Pessuti.

“A ausência de vagas para estacionamento em vias públicas nas zonas residenciais muitas vezes inviabiliza as atividades desenvolvidas por estes comerciantes que, de modo geral, são micro ou pequenas empresas, responsáveis por muitos empregos e o sustento de inúmeras famílias”, defendeu o vereador. Segundo Pessuti, o projeto contempla apenas as empresas localizadas em zonas residenciais, sendo que elas devem respeitar a taxa de permeabilidade mínima para o lote, conforme é determinado pela Lei de Uso e Ocupação do Solo (lei municipal 9.800/2000).

O projeto de Pessuti, portanto, altera dois artigos da lei municipal 11.095/2004, que dispõe sobre as normas que disciplinam a aprovação de projetos, o licenciamento de obras e atividades, a execução, manutenção e conservação de obras no município. A primeira alteração atinge o artigo 116, cujo texto original proíbe o uso do recuo para estacionamento, e a segunda, o artigo 314,que determina multa como consequência pelo descumprimento da determinação.

Conforme esclarece Pessuti, o município autoriza bares, restaurantes, lanchonetes e similares a instalar toldos sobre as faixas de recuo. “Se tais estabelecimentos podem se utilizar do recuo para oferecer conforto à sua clientela, por que outros estabelecimentos como farmácias, pet shops e lavanderias, por exemplo, não podem se utilizar do recuo para o estacionamento dos veículos seus clientes?”, indaga.
Segundo o parlamentar, a medida pode estimular a economia local das zonas residenciais e, consequentemente, gerar mais divisas para o município. Ele também destacou que o projeto se pauta por critérios ambientais, pois condiciona a autorização de uso do recuo à manutenção da permeabilidade do solo.

1º de abril: Romanelli propõe CPI para investigar “quebradeira no Paraná”

 
Esmael Morais
Depois de intenso bate-boca no plenário, governo e oposição concordam em apoiar criação da "CPI da quebradeira" na Assembleia Legislativa; governo Richa quer investigar motivos de empréstimos federais baterem na trave; oposição quer investigar os motivos da quebradeira no Paraná; deputado Romanelli escolheu amanhã, dia 1º de abril, como data especial para apresentar o requerimento de instalação da comissão; parlamentar peemedebista pró-tucano Beto Richa reclamou da mão “peluda” de Requião e da mão “delicada” de Gleisi, que estariam agindo contra o Paraná; petista Péricles Mello rebateu as acusações.
Depois de intenso bate-boca no plenário, governo e oposição concordam em apoiar criação da “CPI da quebradeira” na Assembleia Legislativa; governo Richa quer investigar motivos de empréstimos federais baterem na trave; oposição quer investigar os motivos da quebradeira no Paraná; deputado Romanelli escolheu amanhã, dia 1º de abril, como data especial para apresentar o requerimento de instalação da comissão; parlamentar peemedebista pró-tucano Beto Richa reclamou da mão “peluda” de Requião e da mão “delicada” de Gleisi, que estariam agindo contra o Paraná; petista Péricles Mello rebateu as acusações.
O deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), da base de sustentação do governo Beto Richa (PSDB), na Assembleia, anunciou nesta tarde que apresentará amanhã, terça-feira dia 1º de abril, requerimento de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as dificuldades de o Paraná obter empréstimos federais. “Não sei se é uma mão invisível “peluda” ou “delicada” que impede os empréstimos ao Paraná”, reagiu Romanelli, que retomou sua cadeira na Assembleia Legislativa há duas semanas.
O peemedebista repetiu o mesmo discurso que o governador Beto Richa fez no final de semana em Santo Antonio da Platina, durante posse da nova diretoria da Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi). O tucano se referia às mãos “peludas” do senador Roberto Requião (PMDB) e “delicadas” da senadora Gleisi Hoffmann (PT).
O líder da oposição, deputado Elton Welter (PT), antecipou que os deputados da bancada subscreverão o requerimento da CPI. “O governo Beto Richa não gastou os 12% obrigatórios na saúde, ficou em 10%”, disse.
Romanelli adiantou que convocará Arno Augustin, titular da Secretaria Nacional do Tesouro (SNT), dono de outra “mão peluda” que tira o sono do tucanato.
O deputado Péricles Mello (PT), da tribuna, negou que o governo federal persiga o paranaense. Ele elevou o tom contra Romanelli e o líder do governo do PSDB, Ademar Traiano, que “nem ficam vermelhos em faltar com a verdade”.
“É um governo de ficção, de mentira, que busca arrumar culpado para seu fracasso. Os deputados [Romanelli e Traiano] fazem movimento falacioso para esconder um governo mau gestor, um governo de negócio, e, que criminaliza a principal adversária [Gleisi Hoffmann]”, disparou.

Apesar dos milhões, sede da UNE não sai do papel


Um dos maiores símbolos da ditadura que se instalava no Brasil foi a destruição, por incêndio, da sede da União Nacional dos Estudantes (UNE) em 1º de abril de 1964. Exatos 50 anos depois, placas de alumínio escondem o mato e mais de R$ 50 milhões do Tesouro Nacional, concedidos no governo Lula para “construção da nova sede”. Até hoje a sede não foi construída. Talvez por culpa da ditadura…
Após as doações milionárias, a UNE passou a ignorar denúncias contra o governo, do mensalão a questões específicas sobre Educação

Coutinho fala sobre ‘dinheiroduto’ do BNDES para ditaduras no exterior


Bilhões (sem licitação) drenados para empreiteiras com obras no exterior
Debate na Comissão de Direitos Humanos do Senado, sobre a violaçãodos direitos das APAEs e da Escola Bilíngue para Deficientes Auditivos.
Luciano Coutinho, presidente do BNDES

Começou a audiência pública com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho (foto), sobre os financiamentos do órgão a projetos de infraestrutura no exterior, nos setores rodoviário, aeroportuário, hidroviário e de logística. O “dinheiroduto” é destinado preferencialmente para países sob regimes autoritários, onde não há órgãos de controle como tribunais de contas ou ministério público. A audiência pública interativa está sendo realizada em conjunto pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).
O governo Lula desenvolveu uma forma engenhosa de evitar submeter ao Senado o financiamento do BNDES para empreiteiras amigas, e sem licitação. Desde então, bilhões de dólares têm sido drenados, sem licitação, diretamente para a conta de empreiteiras brasileira contratadas sem licitação para realizar obras, em vários países, em geral governados por ditadores. Casos de Cuba, no pfinanciamento do porto de Mariel, e de Guiné Conacri, na África, onde o banco financia um aeroporto internacional. O financiamento do BNDES é condicionado à contratação de empreiteiras brasileiras para executar obras nos países beneficiados com juros irrisórios e generosos prazos de carência. Mas o dinheiro é pago diretamente às empresas, no Brasil. Limpo, sem licitação, sem fiscalização, sem controle.
O debate foi requerido pelo senador José Pimentel (PT-CE) e pela senadora Ana Amélia (PP-RS). As críticas aos investimentos no exterior cresceram com a ida da presidente Dilma Rousseff a Cuba, no fim de janeiro, para a inauguração do Porto de Mariel, que teria recebido cerca de US$ 800 milhões do BNDES. Para o senador José Agripino (DEM-RN), o BNDES tem muitas explicações a dar, visto que os recursos recebidos do Tesouro são emprestados pelo banco a juros baixos. Além disso, observa, os investimentos nem sempre são exitosos e não são “modelos acabados de correção”. Ex-ministra da Casa Civil, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) prefere destacar a interação entre o BNDES e o Congresso. Ela ressalta que o banco, além de financiar projetos de infraestrutura, é um importante instrumento de desenvolvimento nacional. (Agência Senado)

Governo quer pressionar senadores a retirarem assinatura do requerimento


Governo se articula para tentar sufocar CPI da Petrobras

Ricardo Berzoini
Ricardo Berzoini, futuro Ministro das Relações Institucionais

O PT marcou para a noite de hoje (31) uma reunião com os líderes da base aliada para tentar sufocar a CPI da Petrobras. O encontro é a primeira prova de fogo de Ricardo Berzoini (PT-SP) que toma posse amanhã como ministro das Relações Institucionais. O plano do governo é pressionar os senadores a retirarem as assinaturas de apoio à comissão. O requerimento tem 29 nomes, dois a mais que o necessário.
O documento deve ser lido amanhã, a partir daí, os senadores têm até a meia-noite para retirarem suas assinaturas do requerimento. “Até que haja a leitura, vamos continuar trabalhando para mostrar a todos os senadores o que está sendo feito, já sob investigação de órgãos competentes”, afirmou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE). Três senadores aliados ao Planalto assinaram o pedido articulado por Aécio Neves (PSDB-MG): Sérgio Petecão (PSD-AC), Eduardo Amorim (PSC-SE) e Clésio Andrade (PMDB-MG).
O encontro será o último de Ideli Salvati como ministra da articulação política de Dilma Rousseff, na pauta está a proposta do deputado Vicentinho (PT-SP) de ampliar as investigações da CPI da Petrobras para o escândalo Alstom, que envolve o PSDB.

Deputado do PT pediu jatinho a doleiro porque ‘passagem é cara’


André Vargas (PT-PR) usou jatinho pago por doleiro preso pela PF
Diário do Poder
dep andre vargas
Vargas foi aquele que fez molecagem, na Câmara, provocando o presidente do STF, Joaquim Barbosa

O vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR) viajou em um avião emprestado pelo doleiro Alberto Youssef, preso na OperaçãoLava-Jato, da Polícia Federal. Segundo noticiou o jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira (1º), , o doleiro e o deputado conversaram através de um serviço de mensagem de texto no dia 2 de janeiro, revelando relação de certa intimidade.
Youssef, que foi o doleiro do esquema de mensalão do PT no governo Lula, agendou voo em um jato particular para Vargas às 6h30, através de mensagem no celular. “Tudo certo para amanhã”, diz uma delas, enviada do telefone do doleiro. Não fica claro se o avião pertence a ele. “Boa viagem se (sic) boas férias”, complementa.
Vargas afirmou que conhece Youssef  há mais de 20 anos e que pediu um avião porque voos comerciais estavam muito caros no período. O parlamentar disse também que pagou o combustível. De acordo com investigações da PF, Vargas e Youssef discutiram também um assunto de interesse do doleiro no Ministério da Saúde.