segunda-feira, 1 de abril de 2013
Teste rápido de HIV e sífilis estará disponível em Curitiba
Curitiba participa, entre segunda e sexta-feira da semana que vem (1º a 5 de abril), da campanha nacional Fique Sabendo, que visa estimular a população a fazer testes para detecção de HIV/aids e sífilis. Os testes serão realizados no Centro de Orientação e Aconselhamento (COA) e nas unidades de saúde Bairro Novo, Bairro Alto, Vila Hauer, Cajuru, Nossa Senhora da Luz (CIC), Vila Guaíra e Santa Felicidade.
O teste é feito com apenas uma gota de sangue, colhida da ponta de um dedo, e o resultado sai em 30 minutos. A pessoa recebe aconselhamento antes e depois do exame, e em caso de resultado positivo, é encaminhada para atendimento especializado.
“O objetivo da campanha é promover o diagnóstico precoce da doença, condição para garantir um tratamento adequado e a qualidade de vida do portador”, diz o secretário municipal da Saúde, Adriano Massuda. Segundo ele, é preciso ampliar o número de exames realizados em Curitiba.
De acordo com o diretor do Centro de Epidemiologia da SMS, Moacir Pires Ramos, atualmente são realizados mais de 50 mil exames por ano, com cerca de 350 novos casos identificados todos os anos. “O problema é que aproximadamente 35% desses casos são identificados tardiamente e essas pessoas vêm a óbito num prazo de até 90 dias”, explicou.
Após o dia 5 de abril, quando termina a campanha, o teste rápido continuará sendo realizado no COA. Nas demais unidades de saúde, os testes tradicionais continuarão sendo realizados normalmente
Tribuna Livre discute acessibilidade e calçadas em Curitiba
A
Câmara Municipal de Curitiba promove, na próxima quarta-feira (3), no
espaço da sessão plenária destinado à Tribuna Livre, debate sobre as
calçadas e a acessibilidade na capital. Por meio de proposição da
bancada do PSC, a Casa recebe o arquiteto, urbanista e engenheiro
Ricardo Mesquita.
A Tribuna Livre é aberta ao público e ocorre após o encerramento da ordem do dia. Regimentalmente, as sessões ordinárias da Câmara são realizadas às segundas, terças e quartas-feiras, das 9h às 12h.
A Tribuna Livre é aberta ao público e ocorre após o encerramento da ordem do dia. Regimentalmente, as sessões ordinárias da Câmara são realizadas às segundas, terças e quartas-feiras, das 9h às 12h.
República de gafanhotos
Por Mary Zaidan
Demorou bem mais do que ela gostaria. Mas, finalmente, a presidente Dilma Rousseff vai conseguir montar o seu 39º Ministério, o da Micro e Pequena Empresa, impondo ao País um gasto adicional de R$ 7,9 milhões. Para o microempreendedor de nada vale, até porque a nova pasta é apenas uma peça a mais no tabuleiro de 2014, incrementando o toma-lá-dá-cá do singular jogo da coalizão tupiniquim.
Com 66 cargos de livre indicação, não chega a ser um “jilozinho”, apelido dado à Secretaria de Assuntos Estratégicos – aquela que “não elege nem um vereador”, segundo o seu ex-titular Wellington Moreira Franco -, mas parece não valer lá grandes coisas.
Prometido para o PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab, o ministério não o seduziu. Ainda assim, deverá cair no colo de um de seus partidários, talvez no do vice-governador de São Paulo Afif Domingos, por mais esdrúxula que a situação pareça e seja. Aliás, essa é uma das vantagens de não ser de esquerda, nem de direita, nem de centro: poder colocar ao lado de Dilma um ministro que é vice de um governador tucano.
Com 22 mil cargos de confiança que custam ao Brasil mais de R$ 200 bilhões ao ano, o Estado comandado por Dilma lidera todos os rankings. Nos Estados Unidos os tais comissionados não passam de oito mil; na França, beiram os quatro mil, na Inglaterra resumem-se a 300.
Está bem na frente também em outra lista ainda mais nefasta: poucos de seus ministros sabem o bê-á-bá da pasta que dirigem e vários não passam no teste da ficha-limpa. Transformam os ministérios em feudos, distribuem verbas apenas para os seus colégios eleitorais – ou para os lugares em que o partido manda -, acumulam recursos para a disputa eleitoral seguinte.
Boa parte nunca vê a chefe, que, possivelmente, não sabe de cor nem mesmo o nome de todos eles.
Somam-se aos 39 ministérios 294 empresas estatais controladas pela União e mais de 350 em que o governo tem participação minoritária. E como o PT de Lula, momentaneamente encarnado em Dilma, avança como nuvem de gafanhotos que nada poupa, as empresas mais lucrativas até então, como a Petrobrás e Eletrobrás, amargam prejuízos recordes, uns atrás de outros, impostos pela ingerência governamental, ou melhor, eleitoral.
Um Estado caríssimo, perdulário, cujo preço já está começando a ser cobrado e que cada vez ficará mais caro para esta e para muitas gerações. Alimentado por um governo do vale-tudo. Que não se satisfaz com maiorias acachapantes, popularidade nos píncaros. Quer a hegemonia e por ela tudo fará.
Depois de sacrificar a ideologia e o caráter, só sobrou o poder pelo poder. A ordem unida é ocupar. Tudo.
Mary Zaidan é jornalista. Trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência ‘Lu Fernandes Comunicação e Imprensa’.
Demorou bem mais do que ela gostaria. Mas, finalmente, a presidente Dilma Rousseff vai conseguir montar o seu 39º Ministério, o da Micro e Pequena Empresa, impondo ao País um gasto adicional de R$ 7,9 milhões. Para o microempreendedor de nada vale, até porque a nova pasta é apenas uma peça a mais no tabuleiro de 2014, incrementando o toma-lá-dá-cá do singular jogo da coalizão tupiniquim.
Com 66 cargos de livre indicação, não chega a ser um “jilozinho”, apelido dado à Secretaria de Assuntos Estratégicos – aquela que “não elege nem um vereador”, segundo o seu ex-titular Wellington Moreira Franco -, mas parece não valer lá grandes coisas.
Prometido para o PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab, o ministério não o seduziu. Ainda assim, deverá cair no colo de um de seus partidários, talvez no do vice-governador de São Paulo Afif Domingos, por mais esdrúxula que a situação pareça e seja. Aliás, essa é uma das vantagens de não ser de esquerda, nem de direita, nem de centro: poder colocar ao lado de Dilma um ministro que é vice de um governador tucano.
Com 22 mil cargos de confiança que custam ao Brasil mais de R$ 200 bilhões ao ano, o Estado comandado por Dilma lidera todos os rankings. Nos Estados Unidos os tais comissionados não passam de oito mil; na França, beiram os quatro mil, na Inglaterra resumem-se a 300.
Está bem na frente também em outra lista ainda mais nefasta: poucos de seus ministros sabem o bê-á-bá da pasta que dirigem e vários não passam no teste da ficha-limpa. Transformam os ministérios em feudos, distribuem verbas apenas para os seus colégios eleitorais – ou para os lugares em que o partido manda -, acumulam recursos para a disputa eleitoral seguinte.
Boa parte nunca vê a chefe, que, possivelmente, não sabe de cor nem mesmo o nome de todos eles.
Somam-se aos 39 ministérios 294 empresas estatais controladas pela União e mais de 350 em que o governo tem participação minoritária. E como o PT de Lula, momentaneamente encarnado em Dilma, avança como nuvem de gafanhotos que nada poupa, as empresas mais lucrativas até então, como a Petrobrás e Eletrobrás, amargam prejuízos recordes, uns atrás de outros, impostos pela ingerência governamental, ou melhor, eleitoral.
Um Estado caríssimo, perdulário, cujo preço já está começando a ser cobrado e que cada vez ficará mais caro para esta e para muitas gerações. Alimentado por um governo do vale-tudo. Que não se satisfaz com maiorias acachapantes, popularidade nos píncaros. Quer a hegemonia e por ela tudo fará.
Depois de sacrificar a ideologia e o caráter, só sobrou o poder pelo poder. A ordem unida é ocupar. Tudo.
Mary Zaidan é jornalista. Trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência ‘Lu Fernandes Comunicação e Imprensa’.
Pastor Feliciano diz que comissão era antes ‘dominada por Satanás’
Vacinação contra a gripe será entre 15 e 26 de abril
De Maíra Gioia, CBN:
A vacinação começa no dia 15 de abril. Neste ano a imunização foi antecipada e vai ser feita em doze dias, segundo o superintendente de Vigilância em Saúde do Paraná, Sezifredo Paz. A vacinação na rede pública é destinada a oito grupos prioritários. O Ministério da Saúde decidiu incluir as mulheres que tiveram filhos até quarenta e cinco dias antes da imunização.
Delegado não descarta envolvimento de mulher no caso Rachel Genofre
Novo retrato falado de suspeito.
De Luiz Henrique de Oliveira, Banda B:
O delegado Rubens Recalcatti, da Delegacia de Homicídios de Curitiba (DH), há três meses tem parte de sua vida tomada pelo inquérito policial referente à morte da menina Rachel Genofre, encontrada estrangulada dentro de uma mala na Rodoviária de Curitiba em novembro de 2008. Durante o Programa Casos de Polícia deste sábado (30), com o jornalista Antônio Nascimento, Recalcatti passou novas informações sobre o caso, que assumiu no início do ano, e não descartou o envolvimento de uma mulher na morte da garota.
“Tivemos recentemente informações daquele caso que aconteceu no Rio de Janeiro e até mesmo no caso Yoki, em que mulheres mataram e colocaram a vítima dentro de uma mala. Por isto, não está descartado até mesmo que uma mulher tenha cometido o crime contra a Rachel, já que a literatura policial mostra isto. Estamos fazendo exames de DNAs em homens, porque ela deve ter sido abusada, mas pode ter uma mulher envolvida também e já trabalhamos com isto”, destacou à Banda B
Assinar:
Postagens (Atom)