Com as ultimas noticias sobre a corrupção que assola nossa país, podemos ter certeza de que somos um país rico, mas mal administrado em todas as esferas governamentais.
É muito dinheiro desviado, que nem consigo imaginar o volume disso. Quanto dinheiro é arrecado por meio dos impostos que pagamos e, o povo passando todos os tipos de necessidades.
E olha que esta é só uma das empresas envolvidas. Bom, agora o Leão deverá ir com bastante apetite fiscalizar as declarações dos empresário e empresas brasileiras. Chega de só fiscalizar com lupa, as contas dos contribuintes pessoas físicas.
quarta-feira, 12 de abril de 2017
segunda-feira, 10 de abril de 2017
E nós aqui no Xaxim, como ficamos? Só na promessa...
Então, mais uma vez, nós moradores do Xaxim, Vila São Pedro, Vila Fany, Vila Lindóia, Vila Guilhermina. Vila Hauer vamos ficar "chupando os dedos", pois lá na Linha Verde - Bairro Alto, estão erguendo uma passarela novinha em folha, ignorando totalmente os inúmeros pedidos dos moradores destes bairros, que sentem a necessidade da construção deste equipamento de segurança,para a travessia da Linha Verde. Pois a Campanha 2016 terminou e os vereadores sumiram, deixando somente o gostinho das promessas feitas.
NO GOVERNO DILMA, LULA ACERTOU OBRA BILIONÁRIA COM ODEBRECHT
MARCELO REVELA QUE TRATOU COM LULA OBRAS NO GOVERNO
DILMA
LULA ERA O CHEFÃO.
O ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, que se encontra
preso em Curitiba (PR), revelou em depoimento à Justiça Eleitoral que, durante
o governo Dilma Rousseff (PT), participou den uma reunião com o ex-presidente
Lula para trataivas em torno da obra bilionária da usina hidrelétrica de Belo
Monte.
Marcelo relatou essa reunião para ilustrar sua afirmação de que a
empreiteira Odebrecht embarcou em projetos que lhe foram determinados pelo
ex-presidente Lula e pelo poder petista, mesmo sem pedir isso, só para
abastecer os governantes com dinheiro desviado das obras.
Além de Lula,
participaram dessa reunião sobre Belo Monte o pai de Marcelo, Emílio Odebrecht,
e a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, assessora de Dilma dava as cartas
no setor elétrico.
Diário do Poder
GOVERNO GASTOU R$ 1,6 MILHÃO COM MORTADELAS
Os órgãos que compõem o governo federal, como ministérios, o Palácio do
Planalto, autarquias e empresas públicas gastaram mais de R$1,6 milhão com...
mortadelas. O gasto é com a comida e não deve ser confundido com os famosos
“mortadelas”, manifestantes pagos com lanche e trocados para fazer apoio ao
falecido governo do PT. Gastos com coxinhas não são discriminados pela
Transparência.
Só entram na conta produtos alimentícios comprados regularmente por
órgãos do governo. Vinhos, por exemplo, são comprados à parte.
No total, foram 2,9 mil toneladas de mortadela, calabresa, banana,
pepino, presunto, pimentão e repolho etc. Tudo por nossa conta.
Em 2006 Lula torrou R$3,7 milhões na mordomia
Diário do Poder
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Olha o Vanhoni aí!
Blog do Ze Beto
O Antagonista
Duda Mendonça também contou que foi orientado por Antonio Palocci a procurar Emílio Odebrecht para quitar uma dívida de R$ 15 milhões das campanhas de Marta Suplicy, Fernando Pimentel, João Paulo e Angelo Vanhoni
Duda Mendonça também contou que foi orientado por Antonio Palocci a procurar Emílio Odebrecht para quitar uma dívida de R$ 15 milhões das campanhas de Marta Suplicy, Fernando Pimentel, João Paulo e Angelo Vanhoni
Câmara de Curitiba continua sem projetos de vereadores
Blog do Tupan

A improdutividade da Câmara Municipal de Curitiba já é a maior da história. Na história recentemente, após a mudança para o Palácio Rio Branco, nunca a casa legislativa chegou a abril sem votar uma única proposta de vereador. A improdutividade poderá custar a reeleição dA improdutividade da Câmara Municipal de Curitiba já é a maior da história. Na história recentemente, após a mudança para o Palácio Rio Branco, nunca a casa legislativa chegou a abril sem votar uma única proposta de vereador. A improdutividade poderá custar a reeleição de alguns pares da casa, já que o custo de um parlamentar é salgado para a população. Outro fator que irá acertar em cheio a continuidade dos membros da atual legislatura será o Plano de Recuperação Fiscal. O desgaste já está rolando nas redes sociais o que deverá criar um clima de revolta entre o funcionalismo. Durante a votação da proposta, não será surpresa que ocorram confrontos, como os do Rio de Janeiro no início do ano.
A improdutividade da Câmara Municipal de Curitiba já é a maior da história. Na história recentemente, após a mudança para o Palácio Rio Branco, nunca a casa legislativa chegou a abril sem votar uma única proposta de vereador. A improdutividade poderá custar a reeleição dA improdutividade da Câmara Municipal de Curitiba já é a maior da história. Na história recentemente, após a mudança para o Palácio Rio Branco, nunca a casa legislativa chegou a abril sem votar uma única proposta de vereador. A improdutividade poderá custar a reeleição de alguns pares da casa, já que o custo de um parlamentar é salgado para a população. Outro fator que irá acertar em cheio a continuidade dos membros da atual legislatura será o Plano de Recuperação Fiscal. O desgaste já está rolando nas redes sociais o que deverá criar um clima de revolta entre o funcionalismo. Durante a votação da proposta, não será surpresa que ocorram confrontos, como os do Rio de Janeiro no início do ano.
Acervo histórico da Camara Municipal de Curitiba esta sendo delapidado.
O acervo histórico da Câmara Municipal de Curitiba, que sempre esteve sobre a responsabilidade da Biblioteca do Legislativo Municipal, mesmo sem possuir "condições técnicas" para o armazenamento, mas que até a presente data não sofreu nenhum dano, desde de que foi restaurada por determinação do ex Presidente João Claudio Derosso, agora será repassada para a Casa da Memória. Pesquisadores de Curitiba, do Estado e do Brasil vinham até a Câmara Municipal para pesquisas, neste acervo.
Leia o texto:
De acordo com o presidente do Legislativo, Serginho do Posto (PSDB), a decisão do repasse foi tomada pela Mesa Diretora pois no momento a Câmara não possui local adequado e seguro para os 120 livros-ata. “Quando for construído um novo prédio, haverá espaço para recebermos novamente esse material. É um acervo que conta a história da cidade e da Câmara Municipal, pois em 29 de março de 1693 foi realizada a primeira eleição para a Câmara”, completou.
O termo de responsabilidade patrimonial determina que a Fundação Cultural é responsável por “zelar, guardar e conservar” o bem por período indeterminado, “informando qualquer movimentação ou irregularidade”. O material deve ser devolvido, a qualquer tempo, desde que solicitado pela Câmara.
Fica a pergunta, qual o real motivo de transferir o acervo, motivo de orgulho de todos os funcionários da Casa e que somente era consultado mediante autorização da Mesa Executiva? A bibliotecária da Casa, que respondia pelo acervo foi consultada? E, quando vai ser construído o novo prédio da CMC, pois o dinheiro guardado para a construção foi devolvido para a Prefeitura?
Leia o texto:
Parceria entre Câmara e Prefeitura
vai permitir conservação de
acervo histórico da cidade
Em
solenidade que integrou o calendário de eventos em comemoração aos 324
anos de Curitiba realizada no Paço da Liberdade, a Câmara Municipal
repassou à Fundação Cultural o livro manuscrito com as atas do
Legislativo entre os anos 1694 e 1743. O material estava na Biblioteca
da Câmara e agora será armazenado na Casa da Memória, com todas as
especificações técnicas necessárias, como ambiente climatizado, para que
tenha sua preservação garantida. A ideia é que, em breve, os textos
sejam digitalizados e disponibilizados para consulta na Internet.vai permitir conservação de
acervo histórico da cidade
De acordo com o presidente do Legislativo, Serginho do Posto (PSDB), a decisão do repasse foi tomada pela Mesa Diretora pois no momento a Câmara não possui local adequado e seguro para os 120 livros-ata. “Quando for construído um novo prédio, haverá espaço para recebermos novamente esse material. É um acervo que conta a história da cidade e da Câmara Municipal, pois em 29 de março de 1693 foi realizada a primeira eleição para a Câmara”, completou.
O termo de responsabilidade patrimonial determina que a Fundação Cultural é responsável por “zelar, guardar e conservar” o bem por período indeterminado, “informando qualquer movimentação ou irregularidade”. O material deve ser devolvido, a qualquer tempo, desde que solicitado pela Câmara.
Fica a pergunta, qual o real motivo de transferir o acervo, motivo de orgulho de todos os funcionários da Casa e que somente era consultado mediante autorização da Mesa Executiva? A bibliotecária da Casa, que respondia pelo acervo foi consultada? E, quando vai ser construído o novo prédio da CMC, pois o dinheiro guardado para a construção foi devolvido para a Prefeitura?
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