terça-feira, 7 de abril de 2015

Lula, o mentiroso compulsivo



Lula não se preocupa com a verdade e os paradoxos que ele provoca. Nega hoje o que pregou ontem. E vice-versa
Tadeu Afonso
Em suas arengas para tentar ajudar Dilmandona Ruimssef a limpar a sujeira que está produzindo em série, Lula tem sofrido surtos de megalomania.
Ele e os mensaleiros e petrolões do PT acabam de descobrir mais uma categoria social: a elite branca e rica que tem ódio dos pobres que entraram nas universidades (privadas) e viajam de avião.
O Brasil é o país dos paradoxos: Lula acaba de inventar os capitalistas que odeiam os pobres e também o lucro. Quando milhões de pobres ingressam na classe média passam a consumir e a gastar. Isso numa sociedade capitalista, representa mais lucro e dinheiro para investimento.
Marx e Engels devem estar morrendo de rir em suas tumbas…
Lula não se preocupa com a verdade e os paradoxos que ele provoca. Nega hoje o que pregou ontem. E vice-versa.
Nos 8 anos do governo FHC, o PT pregou o golpe que denuncia hoje. Quando se aboletou no Planalto, Lula abraçou, imediamente, a reforma da Previdência que o PT havia combatido no governo FHC.
Para se reeleger, Lula adotou, gostosamente, teses dos tucanos, como a da estabilidade da moeda e a defesa das “concessões de estatais e serviços públicos”.
A hipocrisia do PT diante das privatizações ficou clara numa denúncia do jornalista Merval Pereira. Depois de se opor à privatização da Vale do Rio Doce, (até com socos e pontapés), o PT teve a oportunidade de reestatizá-la em 2007. Mas o relator do projeto, o deputado José Guimarães (PT-CE) se opôs, alegando que a empresa tinha proporcionado, entre outras coisas, um brutal aumento da arrecadação federal.
Em tempo: Guimarães tinha como assessor parlamentar um elemento que costumava transportar dólares dentro da cueca. Daí deve ter surgido a expressão “dinheiro sujo”.
A sorte de Lula é que a oposição é pusilânime, comandada por reacionários, oportunistas e aventureiros. Pouco resta do PSDB de FHC, Mário Covas e Franco Montoro.
Lula e PT só foram sinceros quando gritaram, em 1999, diante do Planalto: “Fernando 1, Fernando 2, que merda vem depois?”
Estavam sendo proféticos ao anunciar o que viria depois das eleições de 2002.
Tadeu Afonso é da elite branca que vive de sua aposentadoria (sic) do INSS.

Pátria Educadora? Creches? Enem?


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O estudo feito com dados do Siafi (sistema de acompanhamento de gastos federais) aponta uma queda de 85% nos investimentos em educação – de R$ 2,12 bilhões nos três primeiros meses de 2014 para R$ 317 milhões neste ano, diz a coluna Painel da Folha de S. Paulo deste domingo, 5.
No mesmo jornal, Elio Gaspari conta que Lula e Dilma garantiram que o MEC realizaria dois exames do Enem a cada ano. Foi parolagem. Em 2013, quando era ministro da Educação, o comissário Aloizio Mercadante disse que não faria o segundo exame porque sairia caro, preferindo construir mais creches.
Em 2014 não houve o segundo Enem e o desembolso do governo para a construção de creches foi de apenas 25,3% dos R$ 3,5 bilhões previstos, desempenho inferior ao do ano anterior. Trocaram uma parolagem por outra.

Deputados querem Sérgio Moro em debate



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de Leonel Rocha, Época:
Os deputados José Priante (PMDB-PA) e João Arruda (PMDB-PR) aprovaram requerimento na comissão de Segurança e Combate ao Crime Organizado para convidar o juiz federal Sérgio Moro para audiência pública a ser marcada com o objetivo de debater a morosidade do processo penal e a impunidade em razão deste atraso. Se aceitar o convite, Moro será questionado pelos deputados sobre a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que flagrou vários políticos envolvidos com doleiros e a corrupção na Petrobrás e empreiteiras que prestavam serviço à estatal.

FALTA DE VERGONHA

Diário do Poder


Além de o governo promover o indecoroso acordão de leniência, os deputados petistas Vicente Cândido (SP) e Sibá Machado (AC) querem o financiamento de bancos públicos para empreiteiras que fraudaram licitações, superfaturaram contratos e subornaram agentes públicos.

SEM-NOÇÃO, DILMA CONTRATA EMPRESA DE FESTAS POR R$ 49 MILHÕES


DILMA FAZ CONTRATO MILIONÁRIO COM EMPRESA DE FESTAS


Diário do Poder
A REALEZA FEZ EM 1889 A MAIS LUXUOSA FESTA DA HISTÓRIA, ÀS VÉSPERAS DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA (FOTOS: ÓLEO DE FRANCISCO FIGUEIREDO, DO ACERVO DO MUSEU HISTÓRICO NACIONAL, E FOTO DA AGÊNCIA BRASIL)
A economia está em frangalhos, o governo aplica calote até em programas sociais, mas a presidente Dilma contratou por R$49 milhões a empresa “Shows Serviços de Festa”, com o objetivo de tornar mais festivos os seus eventos. O caso guarda certa semelhança com o Baile da Ilha Fiscal, em 1889, quando a realeza se divertia na mais luxuosa festa da história do Império às vésperas da Proclamação da República.
Os R$ 49 milhões da empresa de festas contratadas por Dilma seriam suficientes para construir 530 casas populares ao custo de R$ 93 mil.
Pago com verba reservada ao socorro a flagelados da seca no Ceará, o Baile da Ilha Fiscal foi marcado pelo excesso e pela extravagância.
O Baile da Ilha Fiscal consumiu 10% do orçamento do Rio de Janeiro. A empresa de festas, o equivalente a 1,4 milhão de bolsas família.

EX-MINISTRO DO STJ CHAMA DE 'IMPRESTÁVEL' A DELAÇÃO DE DOLEIRO

Diário do Poder


DEFESA DE EMPREITEIRO OBTÉM PARECER QUE DESQUALIFICA YOUSSEF


O EX-MINISTRO GILSON DIPP EMITIU PARECER A PEDIDO DE JOSÉ LUIZ OLIVEIRA LIMA (CENTRO), ADVOGADO DO EMPREITEIRO ERTON MEDEIROS (DIR.)
Em parecer encomendado pela defesa do empreiteiro Erton Medeiros, da Galvão Engenharia, o jurista e ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp considera ilegal e até “imprestável” o acordo do doleiro Alberto Youssef no âmbito da Operação Lava Jato, sob a alegação de que omite o fato de que ele descumpriu um pacto anterior, de 2003, e porque faltaria credibilidade para delatar, já que ele mentiu e omitiu informações à Justiça antes.
Youssef permanece preso há mais de um ano exatamente porque o juiz federal Sergio Moro anulou seu acordo anterior de delação premiada, no escândalo Banestado. É que no primeiro acordo, o doleiro havia se comprometido a não mais se envolver em atividades ilícitas, e a Operação Lava Jato revelou que ele continuava a praticar crimes.
Além de Youssef, outros delatores, como o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, afirmam que o empreiteiro Erton Medeiros pagava propina em obras da Petrobras.
O advogado José Luis Oliveira Lima, que defende Erton Medeiros, preso desde novembro, ingressou nesta segunda com um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal em que pede que a delação seja anulada e seu cliente, solto.
O acordo do doleiro foi homologado pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo, em 19 de dezembro de 2014.
O ex-ministro Gilson Dipp é considerado especialista em lavagem de dinheiro e delação premiada, além de ser autor de um livro sobre o tema e ex-corregedor do Conselho Nacional de Justiça.

Brasil aplica ‘tombo’ de R$ 814 milhões na ONU

Eta governo caloteiro.

Claudio Humberto

O governo Dilma consolida para o Brasil a reputação de mau pagador, após aplicar o “tombo” de US$ 259 milhões (equivalentes a R$ 813,2 milhões) na Organização das Nações Unidas. Só este ano, o Brasil já deveria ter pago US$ 79,6 milhões (ou R$ 249,9 milhões) à entidade. Todos os países-membros assumem o compromisso de manter, além da própria ONU, o tribunal internacional e também as missões de paz.
A ONU mantém uma “Lista de Honra” com os nomes dos países em dia com obrigações junto à entidade. Nessa lista, “Brazil” não aparece. Países como Cuba, Bolívia, Equador e República Dominicana, destinos comuns de investimentos do BNDES, estão em dia junto à ONU.