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O Ministério do Planejamento aprovou concursos públicos no apagar das luzes do governo Dilma. O anúncio é para dar aos sindicatos aliados meios de pedir votos para o PT às categorias, mas é lorota.
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A promessa de concurso é lorota porque a Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe aumentar gastos com pessoal nos últimos 180 dias de mandato. A oposição pretende denunciar a manobra à Justiça Eleitoral.
Vargas, segundo a revista, teria lavado R$ 2,4 milhões para o doleiro Alberto Youssef usando a empresa paranaense, a IT7 Sistemas. A viagem de jatinho para o Nordeste, que deu início ao processo de cassação do mandato do deputado, seria uma recompensa por esse “serviço”, segundo revela a ex-contadora de Youssef, Meire Poza.
A IT7 é uma empresa com sede em Pinhais e já aparecia em denúncias, na condição de suposta beneficiária de favorecimento ilegal do Serpro para ganhar licitações para aquisição de softwares para empresas do governo Dilma. O Serpro é presidido pelo petista Marcos Mazoni.
O temor na campanha do PT é de que as ligações de André Vargas com Gleisi e com o marido da senadora, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, podem levar o novo escândalo a respingar na campanha petista para o governo do Paraná.