terça-feira, 3 de julho de 2012
MULHERES MARCHAM CONTRA A VIOLÊNCIA
No próximo dia 14 de julho, as 11h00 da manhã, com concentração no Passeio Público, as vadias de Curitiba voltam às ruas para reivindicar sobre direitos da mulher. Há um ano mais de mil pessoas compareceram a primeira edição da Marcha das Vadias, realizada na busca por refletir sobre a culpabilização da mulher em casos de agressão sexual. Os debates foram intensos a cerca do nome, da validade do movimento, a participação das mulheres negras, o caráter elitista do grupo, a participação masculina, o apoio às prostitutas, a causa LGBTT e o movimento feminista curitibano. Virtualmente foram mobilizadas 30 mil pessoas em torno da discussão sobre agressão sexual. Diferente, ousada e artística, a marcha foi considerada um dos eventos mais bonitos da cidade, a reivindicação foi colorida, lúdica e com diversas atrações culturais o que será repetido na marcha deste ano.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Antecipação de aposentadoria
Lula aposta na antecipação da posse de Lewandowski na presidência do STF, que está prevista apenas para novembro de 2014.
A esperança de Lula é que Joaquim Barbosa se aposentará no final de 2013, primeiro ano de presidência do STF. O vice dele é Lewandowski
‘Ministros de Lula’ presidirão as eleições de 2014
Claudio Humberto
O Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral estarão sob o comando de paulistas e muitos ligados ao ex-presidente Lula, em 2014, quando haverá disputa pelos governos estaduais e pela presidência da República. O ministro Dias Toffoli, que foi advogado do PT, assumirá o comando do Tribunal Superior Eleitoral em junho de 2014, às vésperas da campanha eleitoral, e Ricardo Lewandowski pode assumir no STF
Marco Villa: “Desviar a Lei Rouanet para financiar o culto a personalidade do Lula é inaceitável
Instituto Millenium
A construção do Memorial da Democracia do Instituto Lula deve ser financiada pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, mais conhecida como Lei Rouanet. A obra poderá usar recursos públicos, através do mecanismo de renuncia fiscal, para atrair investidores do setor privado.
O projeto prevê a construção de um museu com o acervo documental referente ao mando do ex-presidente Lula. Para o historiador e especialista do Instituto Millenium, Marco Antonio Villa, ao priorizar um interesse privado a iniciativa coloca o interesse público em segundo plano. “O memorial vai ser um culto a personalidade do Lula pago com o dinheiro público.”
O historiador criticou o uso da Lei Rouanet para esse tipo de financiamento. “A Lei Rouanet é para incentivar especialmente as atividades que tem dificuldades no mercado cultural como as artes plásticas, a poesia e a dança. Desviar a lei para financiar o culto a personalidade de um ex-presidente é inaceitável.”
O Memorial de Lula também oferecerá cursos para a população. O prédio deve ser erguido em um terreno público localizado no centro de São Paulo. O espaço tem 4,3 mil m² e vale aproximadamente R$20 milhões
O governo quer restringir pensão por morte e invalidez...
As mudanças nas pensões
A despeito das especulações, o governo já tem no prelo a nova reforma previdenciária, ao qual a coluna teve acesso. A maior mudança é a implementação da carência para recebimento de pensões nos casos de morte. Só haverá benefício para órfãos e cônjuges com contribuição mínima de dois anos. O mesmo período – dois anos de união estável comprovada – será determinado para o direito a pensão no casamento. Será extinta a pensão vitalícia para as(os) viúvas(os) jovens, para cônjuge com idade inferior a 40.
Osmar Serraglio, relator da CPI que investigou o mensalão, fala a ÉPOCA
Revista Época
O deputado Osmar Serraglio no túnel que liga a Câmara a um dos edifícios anexos. Ele afirma que a CPI dos Correios reuniu provas “quase matemáticas” do mensalão.
Com o plenário quase vazio, a noite da quarta-feira era atípica na Câmara Federal, quando o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) chegou sorridente e subiu à tribuna. Conhecido tanto pela calma como pela rigidez, Serraglio fez um discurso duro, a pouco mais de um mês do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Relator da CPI dos Correios, que investigou a compra de apoio de parlamentares ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Serraglio defendeu a investigação da comissão. Atacou de forma veemente os que propalam a tese de que o mensalão foi apenas um episódio de caixa dois de campanha eleitoral.
Em entrevista publicada na edição de ÉPOCA , Serraglio expõe o que considera as provas da existência do esquema e revela bastidores da investigação.
A seguir, um trecho da entrevista:
ÉPOCA – Por que o senhor diz que se aborrece quando alguém usa a expressão “farsa do mensalão”? Osmar Serraglio – Porque não é a mim apenas que se desacredita, mas a um trabalho do Congresso. Eram 16 senadores e 16 deputados titulares, mais 32 suplentes. Todo esse exército trabalhou, colaborou, vigiou o trabalho da CPI. O Congresso já tem dificuldades para se firmar e, quando faz um trabalho denso, aprofundado, se diz que não houve nada do que se levantou?
ÉPOCA – A CPI dos Correios obteve provas do mensalão? Serraglio – Quase que matemáticas. Tenho convicção absoluta. Tivemos peças que eram intestinas desse emaranhado. Marcos Valério e Roberto Jefferson: tudo o que eles falaram restou comprovado. Roberto Jefferson era o líder de um partido. Frequentava o poder, acompanhava, e ele mesmo fala que alertou – para os fatos que estavam acontecendo – o (então) presidente (Luiz Inácio Lula da Silva). Hoje procura se desacreditar Roberto Jefferson porque ele foi cassado.
ÉPOCA – Dizem que Roberto Jefferson foi cassado porque mentiu ao inventar a existência do mensalão. É verdade? Serraglio – Isso é uma falácia. Ele foi cassado porque integrou o mensalão. Ele recebeu R$ 4 milhões.
Plano Real, 18 anos
O Plano Real completou seu 18º aniversário no domingo, 1º de julho. A nova moeda do País entrou em circulação no dia 1º de julho de 1994, época em que FHC era ministro da Fazenda e Itamar Franco, o presidente do Brasil. Recentemente, o senador Alvaro Dias destacou no Plenário o legado e o patrimônio que o Real construiu para o Brasil: “estabilidade monetária, sustentabilidade financeira, responsabilidade fiscal e competitividade da economia são alguns dos legados memoráveis deixados pelo PSDB com o Plano Real”, disse o senador. Ele lembrou em seu discurso que a estabilização trazida pelo Real reduziu a proporção de pobres de 40% para cerca de 20% da população total do País. “A vida passou a ser mais bem planejada, e a inflação deixou de corroer a renda dos trabalhadores e dos assalariados”, afirmou
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